Mendiga
Visto sua ausência com pano indolente. Em farrapos, maltrapilho e em todo, bem coberto. Exponho o sorriso em batom negro. É luto! É luta! Tal como a dama da canção, troco as pernas meio embriagada de solidez. Os soluços, um trapo esconde enquanto a traça rói. Mas tapei a intimidade. Vesti sua ausência e corri. Fui mendiga nas ruas, dessas que se sobressai em cantos. Livre e perdida. Suja e pura. Reduzida a 0 quando transbordada pela nudez da sua ausência.
R E J O
o amor é nobre e vive mendigando
Tamires Lunardelle
No lixo há luxo! 😁
R E J O
e vice-versa
Tamires Lunardelle
Só li verdades. hahah.
Humberto
Parabéns 👏👏👏👏 você escreve bem, ficou bom... Abraço ☘️ Q seu dia seja maravilhoso ✨
Tamires Lunardelle
Obrigada 😄👍
Pó de giz
magnífico poema!
Tamires Lunardelle
Obrigadaaa ❤️
Nilza Poetisa
Lindíssimo Tamires 🌹🌹🌹
Tamires Lunardelle
Obrigada Nilza
Tamires Lunardelle
🌹 🌹😁 🌹 ❤️
O bardo errante
que poesia gostosa de ler ❤️🤩👏👏👏
Tamires Lunardelle
Fico feliz que tenha gostado. 👏👏😄
Ricardo Ferreira dos Santos.
belíssimo poema