Se é amor.
Se é saudade.
Se é só pela sua simplicidade.
Se é Paz.
Se é Guerra.
Se é uma Rima que se apodera.
Se foi.
Ou se será...
Talvez esse seja meu algoz.
Será que isso me destrói?
Corrói a alma.
Destrói a calma.
E mim torna um ser humano igual.
#(O poeta sentimental)#
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As ondas vão e vêm,
Como as pessoas,
Como tempo,
Como espaço,
gosto do seu amor.
equilíbrio de emoções sem sentido,
Sem padrão,
Sem regras,
Sem estradas.
Sem saber o que ou como.
É assim que você era, você é e você será. Amado e odiado como nenhum, mesmo sem querer,
Sem procurá-lo.
Sem ser recíproco de tal sentimento.
Anjo caído, sem asas, sem coração.
Anjo caído, frio, insípido.
Anjo caído, sem lembranças, sem memória. Anjo caído, abatido pelo que você sente. você para de sentir.
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Paixão; Não dá mais!!
Amor; Vamos começar tudo de novo!!
Paixão; (se estressa com as crises e dificuldades.)
Amor; Encontra prazer nos desafios.
Paixão; " você errou."
Amor;"Onde eu errei e Não soube?!"
Paixão; Não declara sua Emoção.
Amor;"Eu Te Amo", "Eu preciso de Você".
@SuhSuh
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Noite de luzeiros atentos compondo
o infinito, onde uma lua inteira vem boiar
De espelhos líquidos refletindo
hipocampos narcisos de crinas duráveis
cavalgando do mar estrelas de azul tessitura
De mulheres em fogo ardendo por delicadezas
inesperadas de algozes temerários
De sombras horizontais sob néons
esgueirando-se por marquises de bares e boates
De bruços e coxas, dominando por vulva
e falo, a perder-se um no outro
e mais outro, e outro...
Noite por corsários sonâmbulos
assaltada sem resistência
Noite das praças, e o poeta ouvindo
a música do amor, sem membros amputados.
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111
Que insensatez me percorre agora
A gritar pelo transitório
Quando me fiz de reclusos civis
E de enforcados Senhores da palavra?
É a roupa que não me cabe
A pele em camadas, a experiência
Do espantalho no milharal?
O homenino espera o descanso da infância
O tribunal das Guerras mitológicas
O rosto fuso-horário de paralelos e meridianos
O homem escapulido de sua concha incólume
Dos céus e infernos sartreanos liberto
O rumor de anêmonas e hipocampos
A arquitetura do objeto-livro
O epitáfio preparado e revisado
O amor que em tudo lhe move:
De resto, não se altere o coração
Dos patrocinadores da alta literatura
Dos engenhos de minha terra.
"...perdoai, sou poeta-menor" .
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Nada tens comigo
E tua crítica de como
Pareço ser
Não passa por aqui
Como eu sou.
Como eu sou
Minha palavras arcaica
Não precisa do teu
Ar mítico
De mundo-pronto.
As formigas hão de
Devorar nossas memórias
Pedra físsil
E meu espírito tornará
Como Eu Sou.
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11
Do sono da tarde dentro das pálpebras
Nasce o reino da morte e o silêncio:
Às vésperas da esclerótica amargura
Nuvens de gafanhotos arrasam campos
De verde hipótese de prosperidade
Anjos de asas metálicas caminham
Em meio a funâmbulos assistentes
Musas de alumínio vêem ferrugens
Carcomer rostos de seda e linho
Literatos abandonam à sorte de feras
Fetos-leitores e bibliotecas vazias
Oradores repetem-se retóricos
A publicidade fácil dos refrigerantes
templos e bares porta à porta consignam
Dízimos e couvert entre seus adeptos
Mantras pronunciados do âmago de ateus
Lembram aos messiânicos, da vigílias
Formigas restarão depois de extintos
Tigres e cidadãos sul-americanos.
De matéria tão diversa, absorvo nuances
E signos que ao poema servem de indumentária
Ou de lago onde Narciso ama a figura.
Sou duzentos- não menos- mais não posso
Que sou tímido e limitado e sofro a obesidade dos bailarinos russos em seu canto dos cisnes.
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1
Não há sóis de amanhã aos olhos do homenino:
Tudo é agora; último, urgente, de véspera (princípio e fim inexistente).
Não há cálculos renais aos doze anos
Nem mundo tão vasto que pés alados
E corações de quilha não o percorra
No átimo de mãos a preparar galáxias.
Para que serve o poema
Ou qualquer coisa de mim?
Para que o sistema que me criou
A mim e não me criou em pedra
Ou árvore ou pássaro?
A pedra a árvore ou o pássaro
Podem muito, e eu quase nada
Na planície da palavra;
A palavra que há em mim
Me concebe improvável
Como das cinzas do rescaldo
Ainda o rumor de coisa houvesse
Para erguer-se em fumaça
De chama elaborada à pira
De olímpicos destroços humanos
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Às vezes é preciso ir embora,
Mesmo que você queira ficar.
Às vezes é preciso terminar um ciclo
Ainda que você queira continuar.
Às vezes você precisa do fim, mesmo que te doa.
Às vezes é necessário largar a mão de um amor por alguém e segurar firme o Amor por Você.
Todos Os Caminhos Dá Vida
Levam à Morte.
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Perca-se.