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Café ☕

@SuhSuh · desde 2018

Eu sou um revolucionário, o dinheiro não significa nada para mim.”

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Drama

Não sei explicar!

Se é amor. Se é saudade. Se é só pela sua simplicidade. Se é Paz. Se é Guerra. Se é uma Rima que se apodera. Se foi. Ou se será... Talvez esse seja meu algoz. Será que isso me destrói? Corrói a alma. Destrói a calma. E mim torna um ser humano igual. #(O poeta sentimental)#

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Anjo Caído

As ondas vão e vêm, Como as pessoas, Como tempo, Como espaço, gosto do seu amor. equilíbrio de emoções sem sentido, Sem padrão, Sem regras, Sem estradas. Sem saber o que ou como. É assim que você era, você é e você será. Amado e odiado como nenhum, mesmo sem querer, Sem procurá-lo. Sem ser recíproco de tal sentimento. Anjo caído, sem asas, sem coração. Anjo caído, frio, insípido. Anjo caído, sem lembranças, sem memória. Anjo caído, abatido pelo que você sente. você para de sentir.

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Amor

(Sentimentos)

Paixão; Não dá mais!! Amor; Vamos começar tudo de novo!! Paixão; (se estressa com as crises e dificuldades.) Amor; Encontra prazer nos desafios. Paixão; " você errou." Amor;"Onde eu errei e Não soube?!" Paixão; Não declara sua Emoção. Amor;"Eu Te Amo", "Eu preciso de Você". @SuhSuh

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Poesia

Na Noite, Olhando...

Noite de luzeiros atentos compondo o infinito, onde uma lua inteira vem boiar De espelhos líquidos refletindo hipocampos narcisos de crinas duráveis cavalgando do mar estrelas de azul tessitura De mulheres em fogo ardendo por delicadezas inesperadas de algozes temerários De sombras horizontais sob néons esgueirando-se por marquises de bares e boates De bruços e coxas, dominando por vulva e falo, a perder-se um no outro e mais outro, e outro... Noite por corsários sonâmbulos assaltada sem resistência Noite das praças, e o poeta ouvindo a música do amor, sem membros amputados.

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Humanidade

O Homem Revisitado

111 Que insensatez me percorre agora A gritar pelo transitório Quando me fiz de reclusos civis E de enforcados Senhores da palavra? É a roupa que não me cabe A pele em camadas, a experiência Do espantalho no milharal? O homenino espera o descanso da infância O tribunal das Guerras mitológicas O rosto fuso-horário de paralelos e meridianos O homem escapulido de sua concha incólume Dos céus e infernos sartreanos liberto O rumor de anêmonas e hipocampos A arquitetura do objeto-livro O epitáfio preparado e revisado O amor que em tudo lhe move: De resto, não se altere o coração Dos patrocinadores da alta literatura Dos engenhos de minha terra. "...perdoai, sou poeta-menor" .

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Vida

~Como Eu Sou~

Nada tens comigo E tua crítica de como Pareço ser Não passa por aqui Como eu sou. Como eu sou Minha palavras arcaica Não precisa do teu Ar mítico De mundo-pronto. As formigas hão de Devorar nossas memórias Pedra físsil E meu espírito tornará Como Eu Sou.

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Humanidade

O Homem Revisitado

11 Do sono da tarde dentro das pálpebras Nasce o reino da morte e o silêncio: Às vésperas da esclerótica amargura Nuvens de gafanhotos arrasam campos De verde hipótese de prosperidade Anjos de asas metálicas caminham Em meio a funâmbulos assistentes Musas de alumínio vêem ferrugens Carcomer rostos de seda e linho Literatos abandonam à sorte de feras Fetos-leitores e bibliotecas vazias Oradores repetem-se retóricos A publicidade fácil dos refrigerantes templos e bares porta à porta consignam Dízimos e couvert entre seus adeptos Mantras pronunciados do âmago de ateus Lembram aos messiânicos, da vigílias Formigas restarão depois de extintos Tigres e cidadãos sul-americanos. De matéria tão diversa, absorvo nuances E signos que ao poema servem de indumentária Ou de lago onde Narciso ama a figura. Sou duzentos- não menos- mais não posso Que sou tímido e limitado e sofro a obesidade dos bailarinos russos em seu canto dos cisnes.

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Humanidade

O Homem Revisitado

1 Não há sóis de amanhã aos olhos do homenino: Tudo é agora; último, urgente, de véspera (princípio e fim inexistente). Não há cálculos renais aos doze anos Nem mundo tão vasto que pés alados E corações de quilha não o percorra No átimo de mãos a preparar galáxias. Para que serve o poema Ou qualquer coisa de mim? Para que o sistema que me criou A mim e não me criou em pedra Ou árvore ou pássaro? A pedra a árvore ou o pássaro Podem muito, e eu quase nada Na planície da palavra; A palavra que há em mim Me concebe improvável Como das cinzas do rescaldo Ainda o rumor de coisa houvesse Para erguer-se em fumaça De chama elaborada à pira De olímpicos destroços humanos

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Verdade

Necessidades

Às vezes é preciso ir embora, Mesmo que você queira ficar. Às vezes é preciso terminar um ciclo Ainda que você queira continuar. Às vezes você precisa do fim, mesmo que te doa. Às vezes é necessário largar a mão de um amor por alguém e segurar firme o Amor por Você.

>Caminhos

Todos Os Caminhos Dá Vida Levam à Morte. || \/ Perca-se.