Medida
Vejo a quadrilha da vida Todos trocam de par Mas o último sempre é a morte Guerra mal dividida Deixa o cheiro ao ar Da pura sorte Eu vejo a borboleta batendo asas E vejo o olho do furacão Eu vejo a noz ser esmagada E espalhada no chão E eu, tão conscientizador Quero ser como ambas no verso E assim me livrar da dor Governando o universo Todos dançam Todos morrem Alguns tristes Outros felizes Alguns cansam Alguns correm Pelas matizes que existem As vezes nos vitimizamos Outras vezes temos a sensação de poder De controle, mérito e bem-querer Mas no final...Morremos Por isso é tão fácil comer um peixe Que comeu um verme que comeu um rei Mas revelar um pouco mais me deixe Os seres humanos visam sucesso Se esforçam por ele E isso devia bastar Pois o que garante Que nós iremos alcançar? Nada, é a resposta Assistirmos o ocaso É rirmos da aposta É fruto do acaso Ainda assim há felicidade São felizes e eu também serei Sem comodidade, sem ser rei Mas minha pergunta aqui, moço Enquanto sentado no fundo do poço É: Como medir meu esforço Se tudo que toco vira pó? Já estou louco, já sou digno de dó
Escrevo sentimentos 🌹✨✨✨✨
Parabéns pela escrita
Jaeder
Muito obrigado!
R E J O
mas não mediu palavras hein
Jaeder
Nada a perder, sem me segurar... : )
Leandro
É um poeta Nato.
Jaeder
Muito obrigado! Não nasci assim, mas sempre tento haha
Jeferson de Sá - DesenhistaSete
Brother, eu curto suas poesias com satisfação! Filé, véi! Qualidade notável!
Jaeder
Valeu, cara! Fico muito feliz que tenha gostado.