com a caneta, os versinhos escreveram e se tornaram poesia, agora declamam a solidão em suas linhas, e vão declamando aos pouquinhos, que saudade de conversar com os versos, loucos e controversos, só meus, mostrando pra dor que os enlouqueceu,
que eles não são mais tão sozinhos, eles queriam ser poesia e deixaram de ser versinhos, no APP os versinhos encontraram reconhecimento e rimaram em declamações, agora revelam a soberba de seus corações e Ignoram ser versinhos, que saudade de quando eram
Meus ,rabiscadas e borrados, cada um do seu jeitinho, confrontando a dor sozinhos, eles se tornaram poesia e esqueceram que eram só versinhos, na mente que os nasceram, Agora só se encontra solidão, que usa a dor de inspiração e vai rimando em trechinhos,
que saudade dos primeiros versos,discretos e bonitinhos, não viam a dor em seu caminho, eles lutaram pra ser poesia mas reconheceram que só sabiam ser versinhos, nas linhas os versinhos cresceram e se tornaram versões, agora versam a dor em seus pulmões,
e vão versando seu próprio caminho, que saudade dos meus pequenos versos, amiguinhos e risonhos, versados, rimados ,cada um no seu cantinho,aprendendo a solidão de ser sozinhos, eles tentaram ser poesia, mas entenderam que só rimavam linhas
Franciele
hoje eu li o caderninho e lembrei de uns versinhos
Franciele
com a caneta, os versinhos escreveram e se tornaram poesia, agora declamam a solidão em suas linhas, e vão declamando aos pouquinhos, que saudade de conversar com os versos, loucos e controversos, só meus, mostrando pra dor que os enlouqueceu,
Franciele
que eles não são mais tão sozinhos, eles queriam ser poesia e deixaram de ser versinhos, no APP os versinhos encontraram reconhecimento e rimaram em declamações, agora revelam a soberba de seus corações e Ignoram ser versinhos, que saudade de quando eram
Franciele
Meus ,rabiscadas e borrados, cada um do seu jeitinho, confrontando a dor sozinhos, eles se tornaram poesia e esqueceram que eram só versinhos, na mente que os nasceram, Agora só se encontra solidão, que usa a dor de inspiração e vai rimando em trechinhos,
Franciele
que saudade dos primeiros versos,discretos e bonitinhos, não viam a dor em seu caminho, eles lutaram pra ser poesia mas reconheceram que só sabiam ser versinhos, nas linhas os versinhos cresceram e se tornaram versões, agora versam a dor em seus pulmões,
Franciele
e vão versando seu próprio caminho, que saudade dos meus pequenos versos, amiguinhos e risonhos, versados, rimados ,cada um no seu cantinho,aprendendo a solidão de ser sozinhos, eles tentaram ser poesia, mas entenderam que só rimavam linhas
Franciele
E voltaram ser versinhos.
SuSu
👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻
Franciele
muito obrigada 🥰
MOURA, Adriano
Ah, que lindo esse Poema. ❤️🥹
Franciele
muito obrigada 🥰🥺
MOURA, Adriano
Disponha. 🤘🏼❤️
Jovem frost
"mas agora versão a dor em seus pulmões" gostei dessa frase, gostei do teu poema todo 😃
Franciele
muito obrigada 🥰 🥺
Aline Farias
Poema lindo! E sua voz é tão fofa 🥺💐
Franciele
muito obrigada 🥰 🥺
Oscar Henrique Martins
Simplesmente, uma belíssima poesia
Franciele
muito obrigada 😁