Relatos de um Marinheiro
Tão clichê seria dizer Das tuas palavras, canto de sereia, Qual marinheiro entra ao mar, Pra nunca mais ver a areia. Todavia quantos e quantos Todos os dias nessa vida esférica Não se entregam ao teus encantos Pra depois ver-te a face cadavérica? Sob o teu ou outros nomes Quantas mentes já não fizeram De tantos corações nobres Todo mal que lhes quiseram. Quisera eu a perspicácia De Ulisses de grande coração Ao ouvir o canto da desgraça Amarrar-me forte ao timão. Chegaria eu em casa, com revezes, sem derrota Com honras de heroísmo Não qualquer mais alma torta Que perdeu-se fácil do juízo.
Bean
Lindo poema! 👏💕
Docke Lima (Paula)
Muito obrigada 😊😊😊
Filho do pacificador da cidade
Amei esse, Paula, parabéns 👏👏👏💙
Docke Lima (Paula)
Obrigada!! Fico feliz! 😊
Ricardo Ferreira Guedes
sensacional 👏👏👏👏
Docke Lima (Paula)
Obrigada!! 😊