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Hellena

@Viollet · desde 2019

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Amor

φθινόπωρο.

Embebedada pelo chá da paixão Que tu derramou sobre mim Sem perceber brinca com meu coração Em minhas mãos estão as suas E em meu trapo, suas marcas Como as folhas da mais bela árvore Fios de cabelo Teu corpo está em meu colo Mas saiba que o que realmente desejo É a devoção total a sua alma

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Desprezo

Você não sabe o que pede Não sabe o que pode Escrava Prisioneira de si mesma Já te abriram a jaula Mas não se moveu por que é trabalho demais O que tenho é desprezo É uma completa catástrofe Tudo o que eu quero de você É algo que nunca vou ter.

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Metal

Cordas perfuram meu cérebro Minha única terapia Assim lido com este mundo enlouquecedor Forjadas na mais profunda pressão Do necessário A laringe queima papéis Vapores de elegias Amargo e energético como amônia Necessito disso para não sucumbir Nessa enlouquecedora vida

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3:06

É tão estranho falar com você É um sentimento diferente comparado a falar com qualquer outra pessoa Não é paixão, não me entenda errado É prazer... Só é como se eu me perdesse em minha mente e em você Como se o objeto sólido que é meu psicológico evaporasse e se espalhasse pela sua atmosfera Pelos seus rios e risos Arvores e amores Tiros e horrores Mas essas histórias ficam pra amanhã... Hehe.. Até amanhã!

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Frustração no Espelho

No quarto Na cama Em prantos O dois vulcões explodindo Escorrendo o magma sobre a floresta de espinhos Buracos negros Sugando a luz daqueles que chegam perto Um abismo sem fim De onde saem os piores monstros, Que tem lâminas afiadíssimas Apontadas ao coração do primeiro que aparecer em sua frente A pomba excomungada Descendo ao Vale dos Ossos Perco a paciência na assimetria defeituosa de culpa minha Nas bordas laterais gélidas Crescem estalactites nas montanhas tortas As florestas cheia de frutas podres... Derrubá-las-ei um dia Quem sabe um dia eu mude o meu reino Sem a interferência De uma rainha /*Esta é uma releitura do poema “Medo” *Também escrito por mim. */

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ADOTADO PELO CANHOTO

Filho do anjo que morreu de raiva do Cruel Filho do demônio suicidado por amor Uma queimação Em brasas Nas mãos e em seu peito Mas Ainda no peito Um coração de luz Fervoroso de sabor doce As vezes fervoroso como café As vezes doce como chocolate Do mais profundo e terrível abismo De onde saem os piores inimigos cruéis Saiu o Dilacerante Ferindo as feridas Mas o Filho Sentindo um ódio preto como o de seu pai Arrancou os braços do maldito E arrancará tudo Dos próximos que atacar Sem hesitar Não o fira Ele não merece Saiu do reino do Vale dos Ossos Pra nunca mais voltar

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O Homem no Espelho

No medo me vejo Do futuro De tudo De repente Sem controle Dos braços, das mãos Temo olhar o espelho E ver uma figura horrenda Quem é ele? Choque Palpitações E lágrimas no travesseiro É tudo que me resta?

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"Lute contra ti mesmo"

Aos domingos No suave da cama sinto um pesar Em meus braços Em meu peito As geladas correntes As quentes pernas Daquele que me segura Eu mesmo Levanta-tê, pequeno! Ajuda-me! "Fica bem" "Está tudo bem" Quebrando Lutando Mudando

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duv|das mald|tas me corr.em por dentr. O laç. no pescoço Ansios. Vomit. C|rculo O futur. C.onstante Repet|ndo V.ltas Pensand. demais Sem descanç. Dolor|do No pe|to Vou dar um je|to!

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Medo

No quarto Na cama Com as mãos no rosto Em prantos Toda a frustração explodindo Ardendo Escorrendo como magma Na floresta de espinhos maldita A pomba excomungada Descendo ao Vale dos Ossos Perco a paciência na assimetria defeituosa de culpa minha As florestas cheia de frutas podres... Quero derrubá-las um dia Nas bordas laterais gélidas Crescem estalactites nas montanhas tortas. Quem sabe um dia eu mude o meu reino Sem a interferência De uma rainha

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