Medo
No quarto Na cama Com as mãos no rosto Em prantos Toda a frustração explodindo Ardendo Escorrendo como magma Na floresta de espinhos maldita A pomba excomungada Descendo ao Vale dos Ossos Perco a paciência na assimetria defeituosa de culpa minha As florestas cheia de frutas podres... Quero derrubá-las um dia Nas bordas laterais gélidas Crescem estalactites nas montanhas tortas. Quem sabe um dia eu mude o meu reino Sem a interferência De uma rainha
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