Frustração no Espelho
No quarto Na cama Em prantos O dois vulcões explodindo Escorrendo o magma sobre a floresta de espinhos Buracos negros Sugando a luz daqueles que chegam perto Um abismo sem fim De onde saem os piores monstros, Que tem lâminas afiadíssimas Apontadas ao coração do primeiro que aparecer em sua frente A pomba excomungada Descendo ao Vale dos Ossos Perco a paciência na assimetria defeituosa de culpa minha Nas bordas laterais gélidas Crescem estalactites nas montanhas tortas As florestas cheia de frutas podres... Derrubá-las-ei um dia Quem sabe um dia eu mude o meu reino Sem a interferência De uma rainha /*Esta é uma releitura do poema “Medo” *Também escrito por mim. */
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