ADOTADO PELO CANHOTO
Filho do anjo que morreu de raiva do Cruel Filho do demônio suicidado por amor Uma queimação Em brasas Nas mãos e em seu peito Mas Ainda no peito Um coração de luz Fervoroso de sabor doce As vezes fervoroso como café As vezes doce como chocolate Do mais profundo e terrível abismo De onde saem os piores inimigos cruéis Saiu o Dilacerante Ferindo as feridas Mas o Filho Sentindo um ódio preto como o de seu pai Arrancou os braços do maldito E arrancará tudo Dos próximos que atacar Sem hesitar Não o fira Ele não merece Saiu do reino do Vale dos Ossos Pra nunca mais voltar
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