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𝑨 𝑷𝒐𝒆𝒕𝒊𝒔𝒂 𝒅𝒐𝒔 𝑳𝒊𝒓𝒊𝒐𝒔 𝑽𝒆𝒓𝒎𝒆𝒍𝒉𝒐𝒔

@Mari_1 · desde 2025

S𝓸𝓶𝓮𝓷𝓽𝓮 𝓺𝓾𝓪𝓷𝓭𝓸 𝓮𝓷𝔁𝓮𝓻𝓰𝓪𝓻 𝓪 𝓿𝓮𝓻𝓭𝓪𝓭𝓮𝓲𝓻𝓪 𝓮𝓼𝓼𝓮𝓷𝓬𝓲𝓪 𝓭𝓸 𝓶𝓾𝓷𝓭𝓸, 𝓪𝓹𝓻𝓮𝓷𝓭𝓮𝓻𝓪 𝓪 𝓿𝓲𝓿𝓮𝓻.

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Amor

Depois de Você

Eu ainda quero te ver. Quero te ver em cada beco, em cada viela, em cada sentimento que eu queira reviver. Eu ainda quero te sentir novamente — sentir o seu abraço, o seu corpo que me envolvia e me deixava quente. Quero renascer. Quero rever as mesmas borboletas que antes causavam dor no meu estômago. Quero desatar os nós que se formavam na minha garganta sempre que eu ia dizer que gostava de você. Eu quero sentir tudo isso outra vez. Mas, ao mesmo tempo, não quero sentir essa dor que chega trazendo angústia junto. Não quero essa facada no peito de novo. Eu quero sentir. Mas, se eu sentir, vai doer. E, se doer, talvez não tenha um bom fim. Mesmo assim, eu quero. Quero falar o seu nome outra vez e perceber como ele soa na minha boca. Quero reencontrar a pessoa que eu tanto amei. Mas eu sei que não vou encontrar. Porque eu não conseguiria te encontrar nem em você mesma. Você mudou. Eu mudei. E, ainda assim, parte de mim quer te ver. Parte de mim quer falar que eu sinto falta de você. Sinto falta do seu toque, dos seus cabelos encaracolados, de tudo o que há em você. E essa falta é tão grande que eu beijo outras bocas, toco outros corpos, imaginando que um dia será o seu. Mas como beijar outra boca pensando que é a sua, se eu nunca nem te beijei? É isso que me pergunto. Mas também não quero pensar demais. Porque, se eu pensar, a dor volta a cortar. Então eu espero que um dia você volte — nem que seja só para dizer que sente a minha falta. Porque eu sinto a sua. E isso dói. Às vezes eu queria que você dissesse que sua vida não seguiu em frente. Mas, ao mesmo tempo, queria que você fosse a pessoa mais feliz do mundo e que tivesse encontrado a sua alma gêmea. Eu queria que você sentisse minha ausência. Que você sentisse tudo o que eu senti. Mas eu não posso querer isso. Eu não posso tentar te odiar. Porque, se eu tentar te odiar, vou acabar me odiando por tentar. Eu te odeio. Logo, eu me odeio. Se eu me odeio, eu te amo. Mas não existe amar você sem me amar.

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Carta Aberta Para Um Amor Impossível

Eu te amo, e isso é assustador. E como… tu podes me amar?! Mas, mesmo te amando, é impossível te amar. Todos falam que pro amor não existe barreiras, mas o nosso é diferente. É tão estranho amar assim. Mas seu sorriso tem um brilho diferente, seus olhos iluminam meus dias, você não é uma pintura de Van Gogh, mas tão bela quanto uma. Não é uma escultura de Michelangelo mas suas curvas hipnotizaram meu olhar. O português tem centenas de palavras, mas nenhuma consegue descrever perfeitamente você. Eu só queria te ter em meus braços, sentir uma vez o seu abraço, sentir o toque da tua boca, explorar teu corpo. É estranho te amar, pois eu sei que não importa o que você faz, porque mesmo que você me dissesse todas as coisas horríveis que já fez, eu iria te amar mesmo assim. Quando olho suas fotos ou ouço seus áudios é como se os astros se alimhassem a favor do nosso amor. Você é gentil e carinhosa, e meu coração corajoso caiu no seu amor. Eu amo amar você, Liebe 🤍.

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Janelas em Ruínas

"Os olhos são as janelas da alma", é o que todos dizem. Então, o que os meus refletem? Dor, ressentimento, saudade e tristeza. Ou talvez, lá no fundo, alguma coisa boa que penso sobre você. Então me diz: se os olhos realmente são as janelas da alma, os seus eram ladrões. Roubaram todo o brilho que nos meus havia existido. Seus olhos sempre brilhavam, pois eram um reflexo dos meus. Se os olhos são a janela da alma, os meus estão como prisões: já não brilham com a luz que vem de fora. Ou talvez oceanos, pois sempre estão molhados, com gotas que carregam toda a dor que sinto. Às vezes, saudade, e quase nunca, felicidade. Realmente, os olhos são as janelas da alma, e os meus são bem dramáticos. E, se soubermos decifrá-los, vamos entender o que realmente se passa no coração dos fracos.

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A Espera Da Cura

E sabe o mais estranho de tudo? É essa sensação de não saber o que fazer. De não saber como me curar, nem qual decisão tomar, nem pra onde seguir. Eu simplesmente… não sei. Me sinto perdida — no meio do nada, no meio de mim. Estou cansada. De tudo. De todos. Cansada de tentar, de insistir em amores, em amizades, que nunca ficam. Cansada de esperar. Quando será que isso vai acabar? Quando é que a dor vai se cansar de mim? Quando eu, enfim, vou me curar?

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Vovó

Vovó, sinto tanta a sua falta... Por que você teve que ir? Me sinto culpada por não ter ficado com você, por ter falado que eu preferia ela do que você. Só agora percebo que você não queria competir, você só queria cuidar de mim. Sinto sua falta, vovó. Depois que você se foi, tudo mudou... Eu não sou mais a mesma, sinto falta do seu amor. E agora, no Dia dos Finados, só posso lamentar a sua perda. Só posso pedir desculpas por não ter conseguido perceber que você só queria o meu bem. E agora, eu olho para o céu, tentando achar a sua estrela... Mas percebo que você nunca some — você é a que mais brilha. Sinto saudade dos seus abraços, mas me prometo que você nunca vai sumir da minha memória. Do seu rosto, guardo a lembrança mais valiosa que tenho de você.

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Onde O Tempo Me Esperou

Tudo está tão embaralhado. Sempre me quebrando em cacos estilhaçados. O sentimento escorre por entre os dedos, e a dor se faz constante. Tudo que me resta se tornou pó. Mas a culpa é minha — fui eu quem deixou a alma se incendiar, arder até virar cinzas. Há um antes e um depois na minha vida. Antes era leve, era bonito. Eu vivia o carinho. Agora tudo se parte em dor, e o que chamam de destino pra mim tem nome de desencontro. Eu só não estou mais lá. Faltei a um encontro marcado pelo tempo, onde o relógio esperou em silêncio, e eu me perdi entre o que era e o que nunca mais será. Hoje, vivo o saudosismo em sua “bela” forma. Por que tenho que deixar o meu pra sempre ir? Eu só queria permanecer ali, onde o coração ainda sabia sorrir. Me apego ao passado, embaçando o futuro. Sigo em frente, mesmo vendo o caminho em pedaços.

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Doce Drama

Me chame de tudo, menos daquilo que tenta esquecer. Me chame de meu amor, e me encontre nos seus sonhos. Deixe que meus olhos falem com os seus, até que o silêncio se torne desejo. Sua boca, leve, toque a minha — sem pressa, sem medo. Me chame de vida, mas queira viver comigo, inteiro, por inteiro. Me chame quando o mundo pesar demais, quando o peito apertar e só o meu abraço couber em você. Me toque, me sinta, e me ame como se o tempo só fosse o agora, como se o depois não existisse. Não se torture. Me permita te amar, me permita viver esse doce drama — nosso doce drama. Vamos viver o que há pra viver. Vamos nos permitir.

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Era Uma Vez Um Amor

Era uma vez um amor Era tão bonito… Um daqueles amores que pareciam maiores que o tempo. Eles se amavam — e isso bastava. Era puro, sincero, quase eterno. Mas então, o silêncio chegou. Veio leve, disfarçado de pausa, e aos poucos, tomou conta da casa. As palavras sumiram, os gestos perderam o brilho, e o que restou foi a saudade de quando tudo era fácil e cheio de riso. O amor ainda vivia, mas agora doía. Eles se olhavam e viam o fim se aproximando, mesmo sem querer se decidiram. Sabiam que continuar seria se ferir, então, decidiram parar. Foi um adeus calmo, sem brigas, sem lágrimas em voz alta — apenas um último suspiro compartilhado, como quem entende que até o amor tem seu tempo de partir. E assim tudo acabou. Em silêncio. Aqui jaz um verdadeiro amor. Era uma vez um amor...

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Boa Noite

Boa noite a todos (as), Queria pedir para vocês seguirem a minha conta no Instagram, que é: A Poetisa Dos Lírios Vermelhos! Se vocês puderem ajudar, agradeço de coração! Vou postar alguns poemas/poesias por lá, pois infelizmente aqui meus poemas não tem muita repercussão, mas sempre fico feliz por todos que curtem e comentam nos meus poemas aqui! Não vou deixar de postar aqui. E tudo que postei aqui, postarei lá também! E se não conseguirem achar a conta, comentem aqui que eu falo direitinho o nome! E se puder divulgar também ❤️. Se puderem seguir lá agradeço, tenham uma boa noite! Muito obrigado ❤️.

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Me Devolva

Pare de entrar na minha mente. Entre nós, restou apenas o pó, e mesmo assim, teu eco insiste em ficar. Por que me faz lembrar que o nosso “depois” nunca veio? Sempre que tento seguir, ouço tua voz mansa, cruel: “Talvez em outra vida, né, meu bem...” Não, pare. Isso não se diz a um poeta. Já pensou quantas poesias nasceram de ti? Quantas madrugadas te escrevi em silêncio, esperando um verso que te fizesse voltar? Tudo anda sem cor. O mundo parece mais quieto desde que foste, e até mesmo o vento parece sussurrar teu nome. Hoje, eu só queria te contar o quão pesado foi meu dia, mas lembrei… a gente já não se conhece mais. Então me devolve. As palavras doces que te dei, as músicas que para ti dediquei, os pedaços de mim que a ti deixei sem perceber. Não peço tudo, mas me devolve o coração — o que ainda pulsa por engano quando penso em ti. Me devolve meus momentos a sós, porque até no silêncio tu te esconde, insolente, entre meus pensamentos. Sinto falta de mim. Devolve meus sentimentos, aqueles que tu nunca soubeste decifrar. Devolve meu “pra sempre”, me devolve tudo — tudo aquilo que foi incapaz de amar. E se não fores capaz, então guarda o que restar. Mas me deixa ir. Leva contigo o que sobrou do teu perfume, das promessas vazias, dos abraços que já não lembram o calor. Porque agora, entre o que fomos e o que deixamos de ser, eu escolho o fim. Não pra te esquecer — mas pra lembrar de mim.

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