Era Uma Vez Um Amor

Era uma vez um amor Era tΓ£o bonito… Um daqueles amores que pareciam maiores que o tempo. Eles se amavam β€” e isso bastava. Era puro, sincero, quase eterno. Mas entΓ£o, o silΓͺncio chegou. Veio leve, disfarΓ§ado de pausa, e aos poucos, tomou conta da casa. As palavras sumiram, os gestos perderam o brilho, e o que restou foi a saudade de quando tudo era fΓ‘cil e cheio de riso. O amor ainda vivia, mas agora doΓ­a. Eles se olhavam e viam o fim se aproximando, mesmo sem querer se decidiram. Sabiam que continuar seria se ferir, entΓ£o, decidiram parar. Foi um adeus calmo, sem brigas, sem lΓ‘grimas em voz alta β€” apenas um ΓΊltimo suspiro compartilhado, como quem entende que atΓ© o amor tem seu tempo de partir. E assim tudo acabou. Em silΓͺncio. Aqui jaz um verdadeiro amor. Era uma vez um amor...

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