O que sou para você?
Sou apenas um monte de tralha,
que, depois da reciclagem do seu tédio,
vira algo importante.
Essa falta de empenho, desmascarada diante de mim,
me deixa pensativo.
Você me mata com migalhas de pão
que servem aos ratos.
Cada pedaço caído no chão
me enche de uma infelicidade atordoada.
Sinto-me mal.
Sinto-me péssimo.
Cada dia em que o cabo entra na terra devastada,
nenhum tiro é disparado,
nem sequer há um movimento nos lábios.
As balas perdem a força.
As palavras murcham.
O chão se entorta.
E tudo o que antes eu via com admiração e beleza
transforma-se em decepção.
O que eu sou pra você afinal?
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Eu sou aquele que vive, anda e descansa, come e bebe.
Eu sou um ser vivo,
um ser chamado humano,
um ser mediano, com habilidades incríveis que só a mente permite realizar.
Sou o sopro da mudança,
o ritmo da dança,
a harmonia da esperança.
Feito pelo magnífico Deus Jeová; completos e perfeitos como Ele não há.
A criatura bela que esbanja a Sua imagem, diz Jeová... Nós somos...
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Ahhhh, é para escrever?! Um poema?! 😪
Que saco 😪
Carência.
Ela fala
Ela grita
Ela pede
Ela chora
Ela implora!
Carência.
Está lá a toda hora.
E ela fala, mas não diz nada
Nada sai, nenhum som, nenhum tom.
Nenhum gesto é demonstrado
Nem sequer um movimento, nem sequer uma pista.
Mas ela está lá, fazendo-me companhia
Carência!
Quero expulsá-la
Mas... acho que se tornou parte de mim
Como arrancar algo que faz parte de ti? 🤔
Como enganá-la para ir-se embora?
Ahm, já sei... acho que devo brigar com ela.
Talvez ela se vá embora, porque de nada me faz bem
E eu acabo por ganhar tempo sabes?! para fazer da paixão a minha companhia de verdade.
Para? Para? Para?
Para quê?
Por que a ideia desapareceu da minha mente?
Ahh 😪😩 não importa
Adotarei o amor
E farei dele a minha próxima companhia
Beberei da dor
E farei dela meu colete à prova de paixão, de carência.
Fumarei da angústia
E farei dela meu alicerce da tristeza.
Emprestarei a culpa de quem decepciona
E farei dela meus portões de ferro, contra a decadência.
Carência
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O mundo está vendo. Mas o mundo está calado.
Em Gaza, não é só uma guerra.
É um GENOCÍDIO.
Crianças morrendo. Mulheres chorando.
Famílias sendo destruídas.
E ainda tem quem diga:
‘Israel é o povo de Deus.’
Que Deus é esse que aceita massacre?
Que fé é essa que justifica a morte de inocentes?
Eu não sou muçulmano.
Eu não sou judeu.
Eu sou HUMANO.
E como humano, eu me recuso a aceitar esse silêncio.
Se denunciar isso me faz perder minha conta…
Então que me banam.
Mas que nunca me banam da minha consciência.
🇵🇸 Gaza sangra.
E o mundo assiste.”
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Os meus olhos cambaleavam perto do que tu eras.
Tomas uma taça de decepção e degustas da tua própria tristeza. Vês um pouco de riqueza — e eu, da tua própria merda.
Tu cuspiste promessas como quem cospe sangue podre. (Cheirava mal)
Vestiste sorrisos falsos costurados com o fio da tua amargura.
E eu, tolo, acreditei no brilho dos teus olhos — quando não passavam de espelhos rachados da tua mentira.
Agora danças com teus fantasmas, embriagada de orgulho, enquanto eu recolho os cacos da minha fé.
Pintaste com o sangue que cuspiste, a minha mente.
Transformaste o quadro branco em preto. (Ai, meu coração)
Bruxa! Me enfeitiçou para tirar proveito do que eu sentia. Te julgarei de todas as formas possíveis, usarei todas as palavras do mundo sem nenhuma mentira. Riste da minha própria agonia.
Brindaste contra a minha própria harmonia.
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Não somos livres.
Somos prisioneiros dos nossos próprios medos,
filhos de becos apertados e promessas vazias,
onde o futuro se mede por sobrevivência.
Não somos maus.
Somos apenas defensores da nossa vontade,
aprendendo a endurecer onde o amor já não chega,
onde a lei é distante
e a justiça mora noutro bairro.
Já rimos de felicidade,
jogávamos fora as necessidades
porque ainda havia esperança —
e o amanhã era só um detalhe. Sabes!?
Ignorávamos o futuro,
vivíamos despreocupados.
A fome não era constante,
e jamais tocaríamos naquilo
que outro lutou tanto pra conquistar,
nem com força,
nem nas sombras.
Mas agora…
Os becos viraram campos de batalha.
As mãos que deviam segurar livros,
seguram catanas.
Os meninos de ontem,
são soldados sem causa de hoje.
Gangues nascem de desespero,
irmãos viram inimigos por território,
por respeito,
por nada.
A cada esquina,
sangue novo tinge o chão quente de Luanda.
E ninguém escuta.
Só julgam.
A alma grita,
mas a voz morre abafada
entre sirenes que nunca chegam
e mães que choram em silêncio.
Ó Angola, minha terra,
onde o povo do gueto
aprendeu a sorrir com dor,
a lutar sem armas dignas,
a viver como sombras num país de luz.
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Palavras do silêncio
Um tema se escritas
A minha morte.
Dores espalhadas na sala
A minha morte.
Tanto barulho, o que será que eles estão fazendo?
Ah, já sei eles estão cantando para mim.
Aqui está muito quieto e frio. Preciso me aquecer.
Alguém me passa um palito de fósforo!?
Alguém?
Eles estão cantando tão alto que nem me ouvem.
Acho que devo ir pegar eu mesmo _________________________.
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📢 Convite para Narradores – Projeto Versos de Sangue e Dor 🎙🔥
Você tem uma voz marcante e gosta de declamar poesias? Então esta é a sua chance de fazer parte de um projeto incrível!
Estou procurando narradores para dar voz aos poemas do Projeto Versos de Sangue e Dor, uma coletânea poética cheia de emoção e profundidade.
🎭 O que buscamos?
✔️ Pessoas que saibam interpretar com sentimento.
✔️ Boa dicção e vontade de participar.
✔️ Experiência não é obrigatória, apenas paixão pela arte!
📢 Como participar?
Entre em contato para mais informações (WhatsApp: +244941286004, Angola) e venha dar voz a essa obra cheia de sentimentos e intensidade!
💬 Criador do projeto: Djosefe Tavares
"Se a dor pode ensinar os humanos,
Talvez meu sonho não seja fatal."
Ajude a transformar palavras em emoção! 🖤🔥
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Eu sou um psicopata, não tenho limites,
Para falar de amor, para expressar meus sentimentos.
Sou um psicopata, mas não como imagina,
Uma alma complexa, em busca da verdadeira sina.
No meu mundo, as emoções são um enigma,
Um labirinto de sentimentos que me intrigam.
Eu luto para entender o que não sinto,
E para expressar o amor de uma forma distinta.
Eu sou um psicopata, mas não um vilão,
Busco a redenção, a verdadeira compaixão.
Meus atos são guiados por uma ética singular,
Uma moral interna que me ajuda a amar.
Sou um psicopata, mas não destruo vidas,
Minha natureza é complexa, mas não é perdida.
Procuro na escuridão a luz da empatia,
E encontro no amor a minha maior harmonia.
"Você me conhece, não pelo que pareço ser,
Mas pelo amor que busco e tento compreender.
Baseado no Joker(Coringa), de uma boa forma 🤗..
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Os erros da minha mente me transformam em alguém impulsivo
As decisões com ela feita fazem -me arrepender mais tarde
Uma hora ou outra, os erros se movem
Cada pedaço de dor esquecido agora é lembrado.
O medo antes temido agora já não importa, nada mais importa,
Entre o sim e o não, no vai e vem das ruas,
Talvez e jamais, na mente confusa.
A essência do ser, no peito pulsante,
Capazes de tudo, num mundo vibrante a decisão pairava
Em meio às estradas da vida,
A decisão se apresenta, desmedida.
Escolha que define nosso rumo,
Sem um Caminho traçado,
destino assumo. Parece fatal, Bem fatal
Uma espada de dois gumes
Na balança do tempo e da razão,
A decisão ecoava , o medo se alinhava
Entre o sim e o não, o talvez e o jamais,
O tempo e a razão, numa dança sem fim,
Decisão ecoava, medo se alinhava assim.
Ah😮💨... Decisão.
Um suspiro profundo, um olhar desfeito.
É o peso das escolhas, a dúvida a ressoar,
A escolha sem rumo a vagar.
Entre o sim e o não, no vai e vem das ruas,
Talvez e jamais, na mente confusa.
A essência do ser, no peito pulsante,
Capazes de tudo, num mundo vibrante. A decisão pairava
O silêncio cortante, a lágrima que cai.
Nas minhas entranhas , o medo a sussurrar,
A decisão pesada que preciso de tomar
apertando meus ombros perguntando me e fazendo falar: Sim ou não?
O amargo dançando na boca,
Sabor de decisão, lembrança louca.
Entre o sim e o não, a vida em desencontro,
Balançando a alma, pesando o confronto.😮💨
Decisão 😩
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