Não me declame mais uma poesia, pois sou injusto com os poetas me concentro somente no som da sua voz
por entre as batidas do seus labios eu me perco e me acho
Creio que isto está alem do posso descrever
Pois enquanto falas o recinto inteiro Silência-se
Fale de coisas trisviais, rotoniras me conte como foi o seu dia
Lhe prometo minha atenção mesmo que não lhe comprenda
Mas não pare de falar Quero ouvir o som da sua voz porque me soa como chuva, seu sorriso me faz sorrir enquanto falas
Enquanto ouver folego nunca se cale. invente uma história me conte alguma mentira
Mas não pare de falar... eu amo o som da sua voz.
O céu está caindo e nós dançando sobre os fraguimentos de estrelas semi mortas
Não é dia não é noite nada Mais nós importa
Não existe mais um passado nem tampouco um longínquo futuro somos somente crianças astronautas sentadas sobre os anéis de Saturno
A terra parou de girar satélites vagam no vácuo olhamos o sol se extinguir-se a vida foi só um teatro.
Em minha loucura sonhava este sonho descrito da mesma maneira o universo todo ruindo e nós dançando entre essas estrelas
Procuro êxito nessa forma imatura
Que me procura abalar o coração.
De novo escrevo apago a linha obscura, por tanta os luta os meus versos fogem a mão.
Este poeta quase no ato de loucura
Se mistura entre o erro e a razão.
O tempo passa e essa mão já não procura de alguma forma conquistar a solução.
Por um momento louvo a musa.. (divina arte)
Que em qualquer parte valeria a torre de babel, pois o pensante agora em outra ideia arde
Como um covarde rasga a folha de papel.
Como era linda ,àquela mulher! quase menina de sorriso tímido e mente imutável ante ela meu coração mantinha-se curvado ama-la era sobrenatural ,simplesmente inexplicável .
Isolado de sua presença a saudade me doía no peito como se dói quando em doença era um retrato abstrato desenhado por sua ausência.
Para longe ela partiu , partiu-se também meu coração transformei saudade em canção para que fosse embora essa aflição , esforço esse em vão
Quando estávamos só em nosso singelo abrigo anjos e demônios valsavam a nossa volta sem intensão de serem inimigos seus olhos refletiam a noite lá fora tornandoaquele mais Bonito.
Chove agora talvez sua alma descanse ou dance entre os serafins outrora o inverno com lembranças tristonhas também chovem prá dentro de mim.
Eo Meu corpo a procura nos bairros nas Ruas entre as avenidas da cidade uma vida é muito pouco terei duas para amar-te nem que seja em outro mundo numa outra realidade .
No pólo norte brilham as luzes dançantes que compõem sua ode são luzes divinas breve como a vida e bem mais forte que a morte
Nem o tempo ousaria apagar-te da história Alvorada é o fulgor que traz paz alma que chorar pela saudade dessa mulher que os anjos chamam de Aurora