aprendiz de poeta
Procuro êxito nessa forma imatura Que me procura abalar o coração. De novo escrevo apago a linha obscura, por tanta os luta os meus versos fogem a mão. Este poeta quase no ato de loucura Se mistura entre o erro e a razão. O tempo passa e essa mão já não procura de alguma forma conquistar a solução. Por um momento louvo a musa.. (divina arte) Que em qualquer parte valeria a torre de babel, pois o pensante agora em outra ideia arde Como um covarde rasga a folha de papel.
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