A impiedade do tempo presente
Eu, entre os acasos e a essência, Tornei-me escrava do passado... De alma aflita, e olhar cansado... O presente é minha penitência! Busco livrar-me dos tempos idos, E frustra-me a incerteza do futuro: Eu trilho, a esmo, um vale escuro, Donde vertem os sonhos fugidos. Velejando o mar dos lamentos, Esvai-se até um amor interino... Mesmo os anjos me veem, isentos. Os ventos vêm calar minha prece; Nesta terra, se firma meu destino: Diante dela o meu desejo perece! maría ♨️ | Soneto I
TEUM
Que escrita magnífica, María! 👏🖤
maría pamplona
fico imensamente grata! 🥰
Ricardo Ferreira dos Santos.
excelente 👏👏👏,me segue cara colega
maría pamplona
claro, satisfação! :)