No Balanço do Navio
No balanço do navio caótico Sou alga, sou um ser higróbio À mercê d'um mundo hipnogógico No vai e vem do homem ignóbil. Nos temidos (a)mares das vidas Pranchas equivalem a trampolins: São saltos sem direito à despedidas, São pulos com inícios, meios e fins... O horizonte é o encontro eternizado, Além do martírio cicatrizado Da distância entre dois mundos. Aliás, é a ferida cicatrizada D'uma marinheira casada Com sentimentos profundos.
Meu Diário
Que fantástico 🙃🙃🙂🙂
Nnya
Obrigada! ❤
Nilza Poetisa
Um poema extremamente bem escrito. Perfeito, acho. Você tem essa qualidade Antônia Bravo 👏🌺🌺🌺
Nnya
Obrigada! ❤
Ricardo Ferreira dos Santos.
excelente poema 👏👏👏👏