Floresta de Concreto
Nas ruas solitárias, a fome se alastra, Pobres e desamparados, a sorte lhes falta. Ignorância permeia, conhecimento em vão, Enquanto a burguesia, indiferente, segue em ação. Em meio à opulência, a miséria se esconde, Crianças famintas, sonhos que se esvaem. A desigualdade grita, mas poucos ouvem, Enquanto a burguesia nos seus luxos se envolvem. A cidade que nunca dorme, mas também não acorda, Pessoas tão próximas, mas o abismo as separa. A ignorância persiste, o preconceito perdura, Enquanto a burguesia segue sua vida segura. São Paulo, cidade de contrastes e paradoxos, Onde a riqueza convive com os mais atrozes. Que possamos despertar, agir com compaixão, Para que todos encontrem justiça e inclusão.
Hararo
Que forte sentimento de cegueira e pertencimento a esses lados... Ótimo poema! 🪐👏🏻
pihh
Que bom que você gostou!!!
Dalyson G. Ferreira
Crítica afiada! 👏🏻👏🏻
pihh
queria fazer esse faz uns dois anos, mas só deixei em um caderno por aí porque achei que não estava legal, só que um dia um cara do grupo falou algo sobre e eu fui atrás dele
Dalyson G. Ferreira
Iria deixar essa beleza só para você? Pecadora! (brincadeira😹)
pihh
tava muito grandeeee
POEMICIDA®
Muito bom Pihh!
pihh
Obrigada😁😁 ressuscitei esse
Bárbara
perfeito 👏👏🤍
pihh
que bom que você gostou 😊😊
Samuel
versos afiados...
pihh
que bom que você achou❤❤
Samuel
o poema tá magnífico e a mensagem é profunda! eu gostei!