Parte 2
Título: Bug no Sistema
Na manhã seguinte, Bruno acordou com os cabelos de Isabela bagunçados sobre seu peito e um sorrisinho torto no rosto. Ela, que sempre dormia de cara fechada, agora ressonava com a paz de quem teve todos os bugs do corpo corrigidos na madrugada.
Ele esticou o braço devagar pra pegar os óculos, mas ela segurou seu pulso e sussurrou:
“Nem pense em fugir. Ainda tenho vários erros pra você corrigir... com esse seu pendrive monstruoso.”
Bruno riu, corado. “Eu achei que você só acreditava em resolver as coisas na base do grito.”
Ela se virou por cima dele, sentando-se com calma e esfregando o corpo nu contra o dele. “Gritar ainda é meu talento. Quer ouvir?”
Ele arregalou os olhos quando ela rebolou devagar, sentindo seu membro acordar de novo — e saldar a manhã como um guerreiro medieval.
“Isso devia ser ilegal,” ela murmurou, passando a língua nos lábios. “Você, nerd, tímido, e aí me aparece com esse... cabo de alta potência.”
Bruno engoliu em seco. “Você fala como se eu fosse um dispositivo.”
“Você É um dispositivo,” ela disse, se inclinando e sussurrando no ouvido dele: “E hoje eu vou te usar até travar.”
Entre risadas, beijos e gemidos abafados, eles fizeram amor outra vez. Só que agora, entre uma encoxada e um gemido, ela ria das caretas dele. E ele, rindo de nervoso, tentava manter o controle — mas era inútil com ela cavalgando como se estivesse hackeando todos os seus protocolos.
Quando ela chegou ao ápice, gritou como se tivesse zerado um jogo impossível.
E ele, ofegante, disse com um sorriso torto:
“Quer salvar o progresso ou continuar jogando?”
Ela mordeu o lábio.
“Vamos de modo história agora, nerd gostoso. E sem pular cutscene.”
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Controle + Desejo
No fundo da sala da pós, entre livros e cafés frios, Bruno era só mais um nerd tímido, de óculos tortos e camisetas de animes. Passava os dias digitando fórmulas e gaguejando ao pedir licença. Mas tinha algo… um certo silêncio que intrigava Isabela — a desinibida da turma, raivosa, impaciente, sempre reclamando do mundo, do calor e do professor.
"Você vai olhar pra minha bunda ou pra o teclado?" — ela perguntou certa tarde, encostada na mesa dele. Bruno corou. Gaguejou. Ela riu. "Nerds são todos iguais..."
Mas naquela mesma noite, no grupo da turma, ela mandou mensagem privada: "Preciso de ajuda pra revisar a tese. Em casa. Agora."
Ele foi. Nervoso, claro. Ela estava de short e blusa larga, sem sutiã. E nem tentou esconder.
“Você é lento com palavras, mas quero ver se é lento com as mãos.”
Bruno arregalou os olhos, travado, mas ela o puxou pela gola. E ali, na sala bagunçada dela, descobriu-se diferente. Quando ela tirou a blusa e mordeu os lábios ao ver seu membro, murmurou:
“Caramba… e eu achando que o cérebro era sua maior arma.”
Isabela era intensa. Beijava com raiva, apertava com vontade. Mas Bruno, calmo, ia no tempo certo. Tocava como se decifrasse um código secreto nela.
Fez carinho em sua nuca enquanto ela se entregava ao prazer com a boca. E quando a penetrou, com firmeza e doçura, ela se calou — pela primeira vez.
Naquela noite, o nerd tímido domou o furacão.
E ela, pela primeira vez, quis repetir o mesmo comando.
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Cartas na Mesa
Tea ajeitou os cabelos com um sorriso desafiador.
— Se eu perder, você pode… pedir o que quiser.
Yugi engoliu seco, tentando manter a pose de duelista.
A sala estava silenciosa, só o barulho das cartas cortando o ar. Os dois estavam no quarto de Tea, com o baralho espalhado na cama. A partida era intensa, com jogadas rápidas e olhares cheios de tensão. Mas Yugi era o Rei dos Jogos, e aquela noite não seria exceção.
— Última jogada — disse ele, baixando o "Mago Negro". — Ataque direto.
Tea olhou as cartas, depois para ele.
— Perdi…
Ela ficou alguns segundos em silêncio, com as bochechas coradas, e depois se aproximou devagar.
— E aí, campeão… o que vai pedir?
Yugi tocou o queixo dela, ainda surpreso com a própria coragem.
— Quero você. Aqui. Agora.
Tea riu baixinho, mas seus olhos brilharam.
— Então tire a camiseta. Eu gosto de campeões confiantes.
E assim começou o prêmio da vitória. Os beijos foram intensos, e logo os dois estavam entre os lençóis bagunçados. A respiração dela acelerava conforme ele explorava cada pedacinho de sua pele macia. O toque dele a fazia arrepiar dos pés à cabeça.
— Devia perder mais vezes — sussurrou ela, ofegante, sentindo o membro dele se acomodar entre suas coxas, encontrando sua abertura quente e apertadinha.
O jogo agora era outro — feito de gemidos, carícias e movimentos sincronizados.
E ali, entre cartas e lençóis, Yugi provou que era invencível… nos dois campos.
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A Pequena Sereia
No fundo do mar, bem longe dos contos da Disney, vivia Serena, a sereia mais curiosa e ousada do recife. Seus cabelos cor-de-coral dançavam com as correntes, e sua cauda brilhava mais que pérola. Mas o que chamava mais atenção em Serena era o apelido que ganhou entre os tritões: “Apertadinha”.
Não era por sua cauda — mas por sua concha de ouro, aquela que usava para guardar seus tesouros… e segredos.
Um certo dia, ela resgatou um humano do naufrágio — Artur, um marinheiro de olhar doce e coxas firmes. Ela o levou para uma gruta escondida e cuidou dele, enquanto ele delirava, chamando por “água, água… e depois… mais água, por favor.”
— Que sede danada — ela murmurou, oferecendo água de coco e um sorriso maroto.
Quando ele despertou, viu Serena flutuando na água, com os seios cobertos apenas por duas estrelinhas-do-mar preguiçosas. Ela riu.
— Está tudo bem. Você está seguro… comigo.
Artur piscou, sem saber se estava no céu ou numa miragem. Mas bastou um toque da cauda dela em sua perna para ele sentir que estava no paraíso… molhado.
Conversaram, riram, se conheceram. A atração entre eles era como redemoinho — impossível de resistir. E quando o beijo aconteceu, foi como maremoto: quente, forte, envolvente.
Serena puxou-o com a cauda, colando seus corpos. Ele sentiu seu membro despertar sob a água, rígido, querendo explorar terras… ou conchas.
Ela sorriu, encostando a concha dourada entre os dois.
— Aqui só entra quem tiver coragem… e for gentil.
Artur, respeitoso, acariciou-a com carinho. Ela o guiou, com os olhos fechados e os lábios entreabertos, deixando-o explorar com dedos e beijos cada curva sua. Quando ela o envolveu, ofegante, ele sentiu: apertadinha era elogio modesto.
Na gruta, só se ouviam respirações, suspiros e o som da água… se agitando com amor.
Depois, Serena deitou sobre as algas macias, rindo.
— Vai querer voltar pra terra firme agora?
— Só se for pra te trazer uma concha maior.
Ela piscou.
— Nem precisa. A minha… se ajusta bem ao tamanho.
E dizem que
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Branca de Neve e o Anão Safado
Branca de Neve andava pela cabana, cantando baixinho e dobrando roupas. Desde que os sete anões a acolheram, a rotina era pacífica… com uma exceção: Zinho, o menorzinho, mas o mais atirado.
Enquanto os outros iam pra mina, Zinho sempre arrumava uma desculpa pra ficar. Naquele dia, disse que torceu o tornozelo — de novo.
— Preciso de um chá, Branca… e talvez um cafuné — disse ele, deitado no sofá com um sorrisinho maroto.
Ela arqueou a sobrancelha, desconfiada.
— De novo, Zinho? Isso já é a terceira torção essa semana.
— O que posso fazer se minha fraqueza é uma moça linda com a pele mais branca que neve?
Branca riu, sem jeito. Mas ele era fofo… e ela estava curiosa. Sentou ao lado dele e começou a fazer cafuné. Zinho fechou os olhos, suspirando.
— Ai… sua mão é melhor que qualquer feitiço.
Ele abriu um olho e encarou o decote dela.
— Sabe, Branca… sempre imaginei como seria me perder nesse seu colo.
Ela ficou vermelha, mas não afastou a mão. Pelo contrário, deixou os dedos escorregarem pro pescoço dele. Zinho, atrevido, se ajeitou, deitando a cabeça nas coxas dela.
— Isso aqui… sim… é o verdadeiro paraíso — murmurou ele, virando de leve o rosto e roçando o nariz ali pertinho da abertura da saia dela.
Branca estremeceu.
— Zinho, você é um anão muito… travesso.
— E você é uma princesa muito generosa.
Ele subiu devagar, tocando de leve com a ponta do dedo a parte interna da coxa dela. Branca mordeu o lábio.
— Cuidado, anãozinho… ou você vai acabar descobrindo mais do que devia.
— Tomara — sussurrou ele, com aquele sorriso sapeca.
A floresta lá fora estava quieta, mas na cabana, o clima era tudo… menos inocente.
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Rapunzel e o Príncipe Danado
No alto da torre, Rapunzel suspirava, entediada com os dias iguais. Até que ouviu a voz máscula lá de baixo:
— Rapunzel, jogue suas tranças!
Ela sorriu marota. Já fazia semanas que o príncipe subia para visitá-la… mas naquela tarde, ele subiu com ideias novas.
Assim que alcançou o topo, ele a puxou pelas tranças com firmeza — não pra escalar, mas pra guiar a moça até onde ele queria. Rapunzel tropeçou rindo, caindo de joelhos diante dele.
— Você tá ousado hoje, hein? — disse ela, olhando o volume sob a calça do príncipe.
Ele soltou as fitas e libertou o membro, que saltou orgulhoso. Rapunzel arregalou os olhos e soltou um assovio:
— Gente… isso aí é pra salvar a donzela ou pra derrubar a torre?
Ele riu, enroscando de novo os dedos nos cabelos dela.
— Quero ver se essa boca encantada faz magia também…
Ela entendeu a missão. Deixou a língua brincar primeiro, molhando cada centímetro, até que o príncipe gemeu baixo. Quando ele puxou suas tranças pra guiá-la num vai e vem mais profundo, ela deixou, entregando-se ao ritmo.
A cada puxão, mais fundo ela ia, até que seus olhos lacrimejavam — mas o olhar dela era puro desejo.
Ele fez cafuné enquanto ela se dedicava. Entre gemidos e risadinhas abafadas, a torre virou palco de um conto nada infantil.
No fim, ele a ergueu nos braços, ofegante.
— Você devia cobrar ingresso pra essa torre.
Ela piscou:
— Só entra quem tiver coragem… e um bom motivo.
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Tenho uma dica prós tímidos. Eu percebi que focar no mais importante dá mais resultado. Por exemplo: com minha esposa percebi que o que mais faz efeito é ir abraçar ela e falar sobre qualquer assunto. So que eu não sabia qual assunto então eu comecei a ir num app de notícia. Google notícias vejo uma e fico conversando com ela. E também eu sempre dar bom dia pro meu enteado então tô focando nisso. Se vc quiser melhorar tudo e Rápido vc não consegue.
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O Gato de Botas (sem cueca)
Era uma noite quente na Taverna das Fábulas, onde personagens dos contos descansavam dos dias longos de fantasia. O Gato de Botas, sempre charmoso e exibido, entrou com seu tradicional chapéu de pena, capa vermelha e, claro… apenas as botas. Nada mais.
— Gato, você esqueceu alguma coisa? — perguntou a Chapeuzinho Vermelho, tentando esconder um sorriso.
— Esquecer, não. Eu sou assim mesmo — respondeu ele, com um olhar malicioso e um rabo empinado.
A Princesa Jasmim, intrigada, se aproximou. — E essa coragem toda vem de onde?
— De quem sabe usar o que tem — ronronou o Gato, estufando o peito felino.
Ela riu, puxando-o pela capa até os fundos da taverna, onde os sons da música e das risadas se misturavam ao farfalhar das cortinas.
— Então mostra — provocou ela.
Ele tirou o chapéu com elegância, fez uma reverência e abriu a capa como quem revela um segredo mágico. Jasmim arregalou os olhos.
— Uau... pra um gato, você tá muito bem equipado.
Ele se aproximou, roçando seu corpo felpudo nela, enquanto ronronava alto. Suas garras eram suaves, seus beijos felinos, quentes e precisos. Ela o deitou sobre as almofadas e acariciou seu pelo com doçura, enquanto ele lhe fazia cafuné com a patinha.
— Nunca pensei que ia me apaixonar por um gato — disse ela, rindo.
— E eu nunca usei cueca — respondeu ele, piscando.
Lá fora, os sinos soavam meia-noite. Lá dentro, só se ouvia ronronar.
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Acho que vou sair um tempo
Inteiro em Você
Caio sempre levou na esportiva o fato de ser “grande demais”. As ex namoradas dele até tentavam, mas nenhuma havia conseguido... digamos... receber tudo. Era sempre um “ai, calma!”, um “só vai até a metade” ou um “desse tamanho nem precisa ir tudo, né?”. No começo, ele achava graça. Depois, ficou meio frustrado. Até conhecer Júlia.
Júlia era diferente. Tinha aquele jeito doce e debochado ao mesmo tempo. No segundo encontro, quando rolou uma brincadeira sobre “desempenho”, ele soltou, meio sem querer:
— Nunca consegui... colocar tudo, sabe?
Ela arregalou os olhos, fez uma pausa dramática e disse:
— Hmm... desafio aceito.
Caio riu, achando que era só mais uma piada. Mas Júlia não estava brincando.
Naquela noite, no quarto dela, os dois se beijavam entre risos e mãos curiosas. Ela tirou a camisa dele com gosto, e ele a despiu devagar, como se desembrulhasse um presente. Quando ela viu o membro dele pela primeira vez, arregalou os olhos de novo.
— Meu Deus... isso aí tem RG?
— Eu avisei... — ele respondeu, sem graça.
— Avisa o corpo também, porque ele vai precisar se preparar.
Com carinho, ela o guiou até si. Foram devagar, com beijos demorados, toques suaves e muita risada nervosa.
— Ai... ai... vai com calma, Caio! Isso aí parece que tá tentando entrar com mala e cuia!
Mas a cada investida, Júlia ia se entregando mais. A excitação, o desejo e o carinho que tinham um pelo outro tornavam tudo mais fácil. O corpo dela se moldava ao dele, e quando ele finalmente entrou por completo, ela soltou um gemido longo, de prazer misturado com surpresa.
— Você... tá inteiro em mim. — disse ela, com um sorriso tonto e orgulhoso.
Caio mal conseguia acreditar. Fechou os olhos, sentindo um prazer novo, completo, quase espiritual. O calor, a pressão, o encaixe... era mais do que físico. Era amor, era loucura, era vitória.
— Nunca pensei que esse dia chegaria... — murmurou ele, rindo entre gemidos.
— Parabéns, campeão. Agora só falta repetir isso todo dia.
E repetiram. Várias vezes. Entre gemidos.
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