Rapunzel
Rapunzel e o Príncipe Danado No alto da torre, Rapunzel suspirava, entediada com os dias iguais. Até que ouviu a voz máscula lá de baixo: — Rapunzel, jogue suas tranças! Ela sorriu marota. Já fazia semanas que o príncipe subia para visitá-la… mas naquela tarde, ele subiu com ideias novas. Assim que alcançou o topo, ele a puxou pelas tranças com firmeza — não pra escalar, mas pra guiar a moça até onde ele queria. Rapunzel tropeçou rindo, caindo de joelhos diante dele. — Você tá ousado hoje, hein? — disse ela, olhando o volume sob a calça do príncipe. Ele soltou as fitas e libertou o membro, que saltou orgulhoso. Rapunzel arregalou os olhos e soltou um assovio: — Gente… isso aí é pra salvar a donzela ou pra derrubar a torre? Ele riu, enroscando de novo os dedos nos cabelos dela. — Quero ver se essa boca encantada faz magia também… Ela entendeu a missão. Deixou a língua brincar primeiro, molhando cada centímetro, até que o príncipe gemeu baixo. Quando ele puxou suas tranças pra guiá-la num vai e vem mais profundo, ela deixou, entregando-se ao ritmo. A cada puxão, mais fundo ela ia, até que seus olhos lacrimejavam — mas o olhar dela era puro desejo. Ele fez cafuné enquanto ela se dedicava. Entre gemidos e risadinhas abafadas, a torre virou palco de um conto nada infantil. No fim, ele a ergueu nos braços, ofegante. — Você devia cobrar ingresso pra essa torre. Ela piscou: — Só entra quem tiver coragem… e um bom motivo.
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