Branca de Neve e o anão safado
Branca de Neve e o Anão Safado Branca de Neve andava pela cabana, cantando baixinho e dobrando roupas. Desde que os sete anões a acolheram, a rotina era pacífica… com uma exceção: Zinho, o menorzinho, mas o mais atirado. Enquanto os outros iam pra mina, Zinho sempre arrumava uma desculpa pra ficar. Naquele dia, disse que torceu o tornozelo — de novo. — Preciso de um chá, Branca… e talvez um cafuné — disse ele, deitado no sofá com um sorrisinho maroto. Ela arqueou a sobrancelha, desconfiada. — De novo, Zinho? Isso já é a terceira torção essa semana. — O que posso fazer se minha fraqueza é uma moça linda com a pele mais branca que neve? Branca riu, sem jeito. Mas ele era fofo… e ela estava curiosa. Sentou ao lado dele e começou a fazer cafuné. Zinho fechou os olhos, suspirando. — Ai… sua mão é melhor que qualquer feitiço. Ele abriu um olho e encarou o decote dela. — Sabe, Branca… sempre imaginei como seria me perder nesse seu colo. Ela ficou vermelha, mas não afastou a mão. Pelo contrário, deixou os dedos escorregarem pro pescoço dele. Zinho, atrevido, se ajeitou, deitando a cabeça nas coxas dela. — Isso aqui… sim… é o verdadeiro paraíso — murmurou ele, virando de leve o rosto e roçando o nariz ali pertinho da abertura da saia dela. Branca estremeceu. — Zinho, você é um anão muito… travesso. — E você é uma princesa muito generosa. Ele subiu devagar, tocando de leve com a ponta do dedo a parte interna da coxa dela. Branca mordeu o lábio. — Cuidado, anãozinho… ou você vai acabar descobrindo mais do que devia. — Tomara — sussurrou ele, com aquele sorriso sapeca. A floresta lá fora estava quieta, mas na cabana, o clima era tudo… menos inocente.
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