Outro jardim
Se é possível morrer de amor, Morre-se a vida inteira Não como quem sucumbe à doença ou à dor A beleza é passageira. Se é possível morrer de amor, Minha flor de goiabeira? Não que eu queira, Morre-se aos poucos, perde-se a cor Repousa a flor. Meu amor se pôs sobre a soleira
POEMICIDA®
Morre-se todos os dias, só não morre a poesia...
Mohana de Brito
Completamente verdadeiro, meu amigo!