Luiz Alberto @lula_2020

Elos das mãos

Aquilo me dominou desde o início Mas, eu achava que o vício não era meu vício Porém, já estava no fundo do precipício. Elos a me cativar sobre o breu da enxovia No corpo, açoites e vestígios Na alma, fé e prodígios. Um escravo do próprio corpo Até quando chorarás no escuro!? Até quando terás medo de escalar o muro!? Ainda crês que há água na fonte!? Consegue ver o brilho das estrelas!? Do vício ao precipício, cruzastes a ponte. Hoje exoras socorro nesse abismo profundo Clamas por uma mão manumite Acode-me ó Criador e dono do mundo. Uma alma entre o inferno e o céu Mesmo não tendo causa e defesa Um corpo em julgamento, foi réu.

Comentários · 1

  1. Wélerson Recalcatti

    bela escrita parabéns gostei muito

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    1. Luiz Alberto

      Muito grato Welerson! admiro bastante sua escrita!

    2. Wélerson Recalcatti

      obrigado amigo 😊