๐ ๐ต๐ฆ๐ฎ๐ฑ๐ฐ ๐ฑ๐ข๐ด๐ด๐ฐ๐ถ ๐ด๐ฆ๐ฎ ๐ฎ๐ฆ ๐ฑ๐ฆ๐ฅ๐ช๐ณ ๐ญ๐ช๐ค๐ฆ๐ฏรง๐ข,
๐ญ๐ฆ๐ท๐ฐ๐ถ ๐ฎ๐ช๐ฏ๐ฉ๐ข ๐ช๐ฏ๐งรข๐ฏ๐ค๐ช๐ข, ๐ฅ๐ฆ๐ช๐น๐ฐ๐ถ ๐ด๐ถ๐ข ๐ฑ๐ณ๐ฆ๐ด๐ฆ๐ฏรง๐ข.
๐๐ถ๐ช ๐ฎ๐ถ๐ฅ๐ข๐ฏ๐ฅ๐ฐ ๐ฆ๐ฎ ๐ด๐ช๐ญรช๐ฏ๐ค๐ช๐ฐ, ๐ด๐ฆ๐ฎ ๐ฑ๐ฆ๐ณ๐ค๐ฆ๐ฃ๐ฆ๐ณ,
๐ข๐ตรฉ ๐ฐ๐ญ๐ฉ๐ข๐ณ ๐ฑ๐ณ๐ข ๐ฎ๐ช๐ฎ ๐ฆ ๐ฏรฃ๐ฐ ๐ฎ๐ฆ ๐ณ๐ฆ๐ค๐ฐ๐ฏ๐ฉ๐ฆ๐ค๐ฆ๐ณ.
๐ฬ๐ด ๐ท๐ฆ๐ป๐ฆ๐ด, ๐ฑ๐ณ๐ฐ๐ค๐ถ๐ณ๐ฐ ๐ฏ๐ฐ ๐ฆ๐ด๐ฑ๐ฆ๐ญ๐ฉ๐ฐ ๐ข๐ญ๐จ๐ถ๐ฎ ๐ด๐ช๐ฏ๐ข๐ญ
๐ฅ๐ข๐ฒ๐ถ๐ฆ๐ญ๐ข ๐ท๐ฆ๐ณ๐ดรฃ๐ฐ ๐ฒ๐ถ๐ฆ ๐ฆ๐ถ ๐ซ๐ถ๐ญ๐จ๐ข๐ท๐ข ๐ช๐ฎ๐ฐ๐ณ๐ต๐ข๐ญ.
๐๐ข๐ด ๐ฆ๐ฏ๐ค๐ฐ๐ฏ๐ต๐ณ๐ฐ ๐ฏ๐ฐ๐ด ๐ฐ๐ญ๐ฉ๐ฐ๐ด, ๐ค๐ข๐ฏ๐ด๐ข๐ฅ๐ฐ๐ด ๐ฅ๐ฆ ๐ฆ๐ด๐ฑ๐ฆ๐ณ๐ข๐ณ,
๐ข๐ญ๐จ๐ถรฉ๐ฎ ๐ฒ๐ถ๐ฆ ๐ต๐ฆ๐ฎ ๐ด๐ข๐ถ๐ฅ๐ข๐ฅ๐ฆ ๐ฆ ๐ฏรฃ๐ฐ ๐ด๐ข๐ฃ๐ฆ ๐ฅ๐ฆ ๐ฒ๐ถ๐ฆ๐ฎ ๐ญ๐ฆ๐ฎ๐ฃ๐ณ๐ข๐ณ.
๐๐ถ๐ข๐ณ๐ฅ๐ฆ๐ช ๐ฏ๐ถ๐ฎ๐ข ๐จ๐ข๐ท๐ฆ๐ต๐ข ๐ฐ๐ด ๐ด๐ฐ๐ฏ๐ฉ๐ฐ๐ด ๐ฒ๐ถ๐ฆ ๐ข๐ฃ๐ข๐ฏ๐ฅ๐ฐ๐ฏ๐ฆ๐ช,
๐ข๐ด ๐ท๐ฆ๐ณ๐ดรต๐ฆ๐ด ๐ฅ๐ฆ ๐ฎ๐ช๐ฎ ๐ฒ๐ถ๐ฆ, ๐ข๐ฐ๐ด ๐ฑ๐ฐ๐ถ๐ค๐ฐ๐ด, ๐ฅ๐ฆ๐ช๐น๐ฆ๐ช.
๐ ๐ฆ๐ฏ๐ต๐ณ๐ฆ ๐ต๐ข๐ฏ๐ต๐ข๐ด ๐ญ๐ฆ๐ฎ๐ฃ๐ณ๐ข๐ฏรง๐ข๐ด ๐ฒ๐ถ๐ฆ ๐ฏรฃ๐ฐ ๐ฑ๐ถ๐ฅ๐ฆ ๐ฆ๐ด๐ฒ๐ถ๐ฆ๐ค๐ฆ๐ณ,
๐ฉรก ๐ถ๐ฎ๐ข ๐ข๐ฏ๐ต๐ช๐จ๐ข ๐ฑ๐ณ๐ฐ๐ฎ๐ฆ๐ด๐ด๐ข ๐ฒ๐ถ๐ฆ ๐ข๐ช๐ฏ๐ฅ๐ข ๐ต๐ฆ๐ฏ๐ต๐ฐ ๐ด๐ฆ๐ณ.
๐๐ข๐ญ๐ท๐ฆ๐ป ๐ค๐ณ๐ฆ๐ด๐ค๐ฆ๐ณ ๐ด๐ฆ๐ซ๐ข ๐ฑ๐ฆ๐ณ๐ฅ๐ฆ๐ณ ๐ด๐ฆ๐ฎ ๐ฏ๐ฐ๐ต๐ข๐ณ,
๐ฅ๐ฆ๐ช๐น๐ข๐ณ ๐ฑ๐ข๐ณ๐ต๐ฆ๐ด ๐ฅ๐ฆ ๐ด๐ช ๐ฆ๐ฎ ๐ค๐ข๐ฅ๐ข ๐ญ๐ถ๐จ๐ข๐ณ.
๐ ๐ฉ๐ฐ๐ซ๐ฆ, ๐ฆ๐ฏ๐ต๐ณ๐ฆ ๐ฒ๐ถ๐ฆ๐ฎ ๐ง๐ถ๐ช ๐ฆ ๐ฒ๐ถ๐ฆ๐ฎ ๐ต๐ฆ๐ฏ๐ต๐ฐ ๐ด๐ฆ๐ณ,
๐ด๐ฐ๐ถ ๐ด๐ข๐ถ๐ฅ๐ข๐ฅ๐ฆ ๐ฅ๐ฆ ๐ข๐ญ๐จ๐ถรฉ๐ฎ ๐ฒ๐ถ๐ฆ ๐ข๐ช๐ฏ๐ฅ๐ข ๐ฎ๐ฐ๐ณ๐ข ๐ฆ๐ฎ ๐ฎ๐ฆ๐ถ ๐ด๐ฆ๐ณ.
โ ?ยฟ
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Um brinde aos poetas que nunca morrerรฃo,
mas quase explodem de amor no coraรงรฃo.
Aos que vivem nas pรกginas, sem medo de sentir,
e fazem dos versos um jeito de existir.
Um brinde a quem escreve com a alma despida,
a quem transforma em arte as dores da vida.
Aos que rimam a saudade, o amor e a solidรฃo,
e fazem de cada verso um pedaรงo do coraรงรฃo.
Um brinde a nรณs, poetas de almas inquietas,
que escrevemos nossos sonhos em linhas incertas.
E mesmo que o mundo esqueรงa quem fomos um dia,
nossa alma permanecerรก viva em cada poesia.
-?ยฟ
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Quase tรฃo boa,
quase a mais bonita,
quase inteligente,
quase a escolhida,
quase a desejada.
Mas nunca desejada,
nunca a prioridade,
sempre a esforรงada,
nunca boa o suficiente de verdade.
Sempre a desobediente,
nunca a compreendida,
sempre tentando ser bastante
pra quem nunca a fez sentir-se querida.
Sempre a poeta, nunca a poesia,
sempre a artista, nunca o quadro.
Sempre escrevendo sobre a alegria,
enquanto esconde o prรณprio desamparo.
E, no fim, entre tantos quases e tentativas,
sรณ queria ser o bastante
sem precisar mudar a prรณpria vida.
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โCaso vocรช esteja esperando um sinal pra mandar mensagem pra aquela pessoaโฆ nรฃo seja tรฃo duro consigo mesmo, vรก em frente. Mas lembre-se: tudo sรณ se fortalece quando existem colunas firmes. Atรฉ as casas mais bonitas desabam quando sรณ uma parte sustenta tudo sozinha.โ
- Lily ?ยฟ
Em uma madrugada qualquer,
me deito na cama
e vocรช pergunta baixinho:
โ E aรญโฆ como anda a vida?
โ Ahโฆ indo.
Caindo, tropeรงando,
quebrando a cara ร s vezesโฆ
โ mas nunca parando, nรฉ?
โ รโฆ acontece.
โ Acontece?
Ou vocรช sรณ repete isso
pra dor nรฃo parecer tรฃo grande?
Talvez essa seja sua maneira favorita
de romantizar o caos,
de transformar cicatriz em poesia
e tristeza em algo โbonitoโ aos olhos.
Porque, fala sรฉrioโฆ
vocรช sofre como quem escreve arte.
Como se cada lรกgrima
fosse virar verso mais tarde.
E talvez vire mesmo.
Porque parece que รฉ sรณ assim
que a sua dor respira
sem acabar te destruindo por dentro.
Mas sabe o que eu acho?
Que vocรช sente demais.
Carrega dores que nem sรฃo suas,
abraรงa o mundo inteiro
e depois se pergunta
por que ninguรฉm percebe
o peso nas suas costas nuas.
Talvez vocรช devesse se escolher mais.
Ser um pouco menos coraรงรฃo
e um pouco mais egoรญsmo.
โ Egoรญsmo?
โ ร.
Porque essa sua mania de salvar todo mundo
enquanto afunda sozinha
nรฃo รฉ bondade.
ร autodestruiรงรฃo com nome bonito.
Entรฃo me responde, minha querida:
vocรช quer viver a vida
ou sรณ sobreviver aos dias?
Porque viver sorrindo o tempo inteiro,
sendo calma, paciente e compreensiva,
enquanto sua mente desaba em silรชncioโฆ
nรฃo รฉ bondade isso se chama alto sabotagem
ร cansaรงo fingindo estabilidade.
โ Esperaโฆ quem รฉ vocรช?
- Uรฉโฆ ainda nรฃo percebeu?
Eu sou a parte de vocรช
que cansou de ser forte o tempo todo.
A voz que vocรช transforma em poema
porque tem medo de escutar no silรชncio.
- ?ยฟ
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Talvez vocรช nรฃo vรก me entender.
Talvez nรฃo entenda
porque, quando eu tรด mal,
eu respondo sรณ o bรกsico,
me afundo no meu caos
e transformo silรชncio em hรกbito.
Talvez vocรช nรฃo vรก me entender
quando eu sumo por dias sem dizer,
mas รฉ que, ร s vezes, me afastar
รฉ a รบnica forma que eu encontro pra nรฃo me perder.
Talvez vocรช nรฃo entenda
por que eu prefiro escrever
do que falar em ligaรงรฃo
ou olhando pra vocรช.
ร que, no papel, minhas palavras nรฃo falham,
nรฃo travam, nรฃo fogem de mim.
Enquanto, na vida real,
eu sempre finjo estar bem no fim.
Talvez vocรช nรฃo vรก me entender
quando tudo desaba de uma vez.
Eu coloco meus fones, aperto o play
e deixo a mรบsica carregar minha lucidez.
รs vezes eu leio,
ร s vezes escrevo sem parar,
como se cada frase salvasse
o pouco que ainda resta pra salvar.
Talvez vocรช nรฃo vรก me entender.
Eu sou fรกcil demais de me perder
e mais fรกcil ainda enlouquecer
tentando nรฃo transparecer.
Talvez vocรช tambรฉm nรฃo entenda
como eu perdoo quem mais me fez sofrer.
ร que meu coraรงรฃo sempre encontra um jeito torto
de ainda querer compreender.
Mas, se um dia vocรช entender
meus silรชncios, meus exageros,
meu jeito estranho de desaparecer
e voltar enfrentando os prรณprios medosโฆ
Caralho.
Como eu adoro VOCร !! .
- ?ยฟ
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