Dédalo
Dispo as camadas disformes, Uma na esperança, duas ou todas, numa revolta do desespero. Minha obsessão foi livrar-me da maldição trágica da vida, Foi soltar as amarras, joga-las na cesta, essas camadas sufocantes, que viraram as minhas máscaras do dia, da noite. Assim arranco até a carne que me prende. Mas as sombras parecem fixas, como digitais impressas na alma, como uma mutação irreversível daquilo que era e não mais será. Joice T.M
Alevo
arrebatador, parabéns
Ricardo Ferreira dos Santos.
belíssimo poema