Última das Gotas
Esfrio-se de vez e foi se acabando ao mesmo tempo em que a bebida o esquentava A última das gotas de seu café amargo cairá diante o segundo copo que ali tomava na manhã de uma Sexta-fria. Testemunhará pela sacada enquanto segurava sua caneca favorita Estavam ali entrelaçados juntos Seu café quase morno acompanhado de pensamentos profundos Pensava se diante tamanha grandeza do mundo Deveria ser tão dolorosa a queda sob a mesma altitude de sua alta sacada... Queria criar asas Para que talvez sentisse o vento sem que precisa-se se desperdaçar tanto Ao mesmo tempo que se sentiria livre do que lhe prendia ali Dentro da sua enorme morada vazia estava seu corpo que já não lhe fazia mais abrigo. @F∆lice
POEMICIDA®
muito bom Flaivita!
Flaivit∆lice
Muito obrigada!!
POEMICIDA®
Eu gostei mesmo.
Alevo
Visualizei tudo, mas não sei se fico feliz pelo primor da escrita ou triste pelo o que ela esconde
Jonathan
Tão sempre bela no que escreve, no que sente, no que expressa, no que é, Vida Avoada.
Ricardo Ferreira dos Santos.
excelente poema 👏👏👏,me segue cara colega
Wélerson Recalcatti
Incrível, você coloca o sentimento de um jeito que chega a causar empatia, adorei isso, fez-me lembrar de uma música que ouvi faz algum tempo, infelizmente não recordo o nome, mas vou tentar procurar