Rol dos Miseráveis
Derrame em mim as tuas queixas Mas não me deixas, não me deixas Eu te suporto o coração Mas não tua solidão. Existe ausência de nada E ausência de tudo Numa o amor te gritou na estrada Noutra ainda este é mudo. Ausências com nomes São quase insuperáveis Se não te socorres Entra no rol dos miseráveis. E nesse rol infeliz A moda é morrer de amor Murchando até a raiz A começar pela flor!
R E J O
escreve sem miséria