Sem suas folhas
Brisa vazia, Carregar-tes de mim o sorriso As folhas E queimar-tes o tronco, Ele. O qual um dia as raízes perfuraram meu peito, unindo-se ao meu ser. E agora! Arrancada, metade, outono Me deixando o vazio, o abandono Restituindo-me a morte, e o sempre De um breu de estrelas vigentes, Choras Do esplendor vário de minh'alma E do mais estranho amor - ou pior,mais estranho do que o mais. Vitória Braga
André
Gostei das palavras,um tanto,profundas...
Thory
agradecida!
Ricardo Ferreira dos Santos.
muito bom o seu poema