Selvagem
Se as paredes do Velho Mercado falassem A cidade inteira ouviria, boquiaberta Sobre as loucuras no escuro, a céu aberto Nem sequer a mata do jardim ainda é virgem Não sou o Zé Ramalho Com um belo Chão de Giz Papéis e o verde da paisagem Foram um nobre assoalho Éramos os Dois Animais de Alceu Valença Violando morais carnais nas praças Indecentes, desprovidos de vergonhas À vontade, como cães atrevidos nas ruas Selvagem como sou Ardente e sem pudor De vontade dominante E desejo inconsequente Vou te tomar de assalto Te levar fora do tempo e do espaço Possuir com força o seu corpo nu Num ato insano de amor
Clemis
uau, adorei! parabéns
Bruno Germano
Fico satisfeito em saber, muito obrigado!!!🙂🙂🙂