Aurélio Raposa @Wolves
Poema

Mãe

Deidade solar com as confidências da urdidura, suas mãos sempre ternas de aura abraçável, traz da flor ao fruto a constância sem ranhura e o faz no monólito distante, aurora afável. Além da árvore, sua dádiva única engendrou horizontes; personificada, seu seio é moradia. Além da casca, sempiterna como fênix amou da flor ao fruto; é a natureza e sua sabedoria.

Comentários · 1

  1. Ricardo N. Reis

    escreve muito bem! uma escrita que leva o leitor pra outro mundo