Eu vou morrer de qualquer maneira, fds o que eu digo.
Eu não sou uma garota profunda. Num desses dias caldalosos tranquei o constrangimento. apatia parasita. fui pular de casaco na piscina do complexo Esportivo Mandei a despersonalização pra puta que pariu. Adotei um cachorrinho num canil. Me julguei filosófica cedo pra caralho. esses meses catatônicos fizeram de mim otária, obcecada por estética. Perdi o refino. A adaga caneta. Por vezes travessa. Mamãe me esculpiu feito revolucionária prodígio. hoje já nao me identifico. Desisti de denunciar regentes cretinos. Ultrapassei as colunas do Testemunho sentido. Me enterrei no arcadismo. Mas Odeio Carpe diem Se for um túmulo disfarçado de convento. Aí Me convenço. Invento roteiros sobre estrelas de cinema se matando. Desmantelando esquemas monárquicos. Alunos Rebeldes. Envenenados pelo reformismo. O materialismo também é inimigo. Se mal gerido. Como a porra do anarquismo. Já avisei! foda-se o que eu digo. Me entregue uns comprimidos. Agora sim, menos VIVA.
Leonardo Vitorino
Anarquismo na sua mais bela essência. Era disso que eu falava, Belíssimo poema ❤️
@tamara soares
Você me ajudou a escrever esse poema. ✍️😊
@tamara soares
Estou muito grata por ter te conhecido. 😊✨