No rio
Lá vem canoa; Já vem na proa A índia moça. Já vem tardio; Com a mão no riu, A índia moça. A folhagem desvia; Um som assobia, A índia moça. Deixa só banzeiro; No calar arteiro, A índia moça. Já vai canoa, Dentre a lagoa, A índia moça.
Lá vem canoa; Já vem na proa A índia moça. Já vem tardio; Com a mão no riu, A índia moça. A folhagem desvia; Um som assobia, A índia moça. Deixa só banzeiro; No calar arteiro, A índia moça. Já vai canoa, Dentre a lagoa, A índia moça.
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Li
Que ritmo marcante do seu poema...imaginei a cena e o movimento da canoa nas águas!👏👏👏🙏
Ulisses Araujo
Obrigado Li, fico feliz em saber que sentiu o sentimento.
Li
Por nada!!😀🙏
André (aap)
gostei bastante e percebi uma leitura em meio ao ritmo de música
Ulisses Araujo
Obrigado André, fico muito grato!
Julia Lemos
Encantadaaa 😮
Ulisses Araujo
Fico encantado e grato que tenha gostado Júlia!