Sem Motivo
No vazio do vasto azul Sem poder se controlar, Vibra em vão, de Norte a Sul Sem saber o que esperar. Sem saber, nem poder Guarda em si sua leveza. Sem motivo de viver Fugindo à sua natureza. Que destreza e que nobreza Em seu dote de planar. Mas é triste sua pobreza De não saber porque voar. E se vir a conhecer, Pode não haver junção. Se revira a compreender Entretanto, está ao chão Há tempos se encontra lá; Os ventos a ignoram; Momentos a se espalhar; Relentos nela se escoram. Tenho pena dessa pena Sem asa para a bater. Não há como ser pena plena Sem motivo de viver. Tauã Pons 14/06/21 © Todos os direitos reservados
Sol da meia noite
sem motivo específico você me surpreende feliz com seus poemas eu fico será que um dia eles me desprendem?
TEUM
Pode ser que desprendam-na, assim como tua candy essência me libertou da insegurança. ❤️🔥