Foto de Selson Agostinho

Selson Agostinho

@Selson_Agostinho23 Β· desde 2024

Bem vindo!πŸ«‚ Sinta-se abraΓ§ado. F Γ©πŸ¦‹πŸ™ F o c oβœοΈπŸ“ A m o r πŸ’— D e t e r m i n a Γ§ Γ£ oπŸ§‘β€πŸ¦― https://www.facebook.com/profile.php?id=10008202999

53 poemas 22 seguidores 23 seguindo

Seguir
Poema

CHAVITO:

Como foi ele capaz? De sair sem fazer barulho, De simplesmente querer sumir, Apenas no silΓͺncio sucumbir. Vozes falam ao alto, Dizem que foi atrΓ‘s da paz, Por um atalho, Pela estrada empoeirada, hoje revestida de alcatrΓ£o. As vozes que a saudade me traz Ainda ressoam no planalto. Chavito! Puro portador de luz. Dizem que foi atrΓ‘s da tranquilidade, Para dar fim aos enigmas que inquietam a cidade. A nostalgia tornou-me sedento. As vozes que agonizam a minha alma levaram-me ao relento. Eu tentei, AtΓ© pensei que me curei, Mas confesso: Tornei-me melancΓ³lico com o tempo. Chavito foi-se em silΓͺncio, AtrΓ‘s da paz... ou talvez, A razΓ£o desconheΓ§o. Escrito por: Selson Agostinho Em memΓ³ria de "CHAVITO".

Continuar lendo
Poema

Desabafo

JΓ‘ faz um tempo que a minha alma vive triste, As lΓ‘grimas nΓ£o cabem em um simples piscar, Γ‰ pesado, e nem sei como explicar, Nem sei como mostrar, As lΓ‘grimas que o meu olhar vive a esconder. Selson Agostinho

Poema

Leve InfΓ’ncia, Assim como uma PenaπŸͺΆ

O vento brincava nas folhas do chΓ£o, e o mundo cabia na palma da mΓ£o. O riso era livre, sem ter direΓ§Γ£o, morava em tudo, atΓ© no chΓ£o. O cΓ©u tΓ£o claro, sem pressa de ir, ensinava a vida o que Γ© existir. E cada lugar, por tΓ£o simples que poderia ser, tinha um motivo pra me encantar. Hoje, por dentro, tento voltar. A aquele tempo de sΓ³ respirar. Onde a leveza sabia morar, E o simples bastava pra me completar. Selson Agostinho.

Continuar lendo
Poema

Viver ... Talvez seja apenas um conto

Viver... talvez seja apenas um conto, talvez apenas uma histΓ³ria sobre respirar, sobre sorrir, chorar e, no dia seguinte, levantar firme como se nada estivesse prestes a acabar. Viver... talvez seja apenas um conto, porque os meus sentimentos, o meu carΓ‘ter, a minha dor e tudo o que sou um dia se tornam histΓ³ria, histΓ³ria contada na ausΓͺncia da minha alma, quando eu for apenas memΓ³ria. E talvez seja mesmo um conto, entrelaΓ§ado entre a vida e a morte, no ir e vir do tempo, uns partem cedo, outros depois, mas ninguΓ©m escapa de ser um conto escrito por mΓ£os invisΓ­veis, carregado de algo divino. Viver Γ© apenas um conto, onde respirar Γ© sΓ³ uma pΓ‘gina, e de um dia para o outro tornamo-nos lembranΓ§as, nomes soltos no tempo, como se nunca tivΓ©ssemos existido. Viver... Γ© apenas um conto, atΓ© no simples ato de respirar. E talvez, um dia, deixe de ser algo tΓ£o fΓ‘cil de perder. Queria que o ser humano nΓ£o fosse apenas um conto, como aqueles que conto aos meus irmΓ£os. Selson Agostinho.

Continuar lendo
Poema

Promessas Vazias

β€ŽComo era tΓ£o puro! β€ŽTΓ£o puro poder acreditar, β€ŽNas promessas que pareciam tΓ£o genuΓ­nas, β€ŽDe um amor tΓ£o manso, β€ŽPois tinha a cura que hoje tanto procuro, β€ŽUm amor que prometeu ficar, β€ŽAquele que fez-me acreditar, β€ŽQue realmente estaria a amar, β€ŽE foi-se, ou talvez ficou, β€ŽFicou a solidΓ£o que arrastou-me em ruΓ­nas. Selson Agostinho. β€Ž

Continuar lendo

Em 2026

Ainda podemos ser as prΓ³ximas estrelas. Visite o meu canal no YouTube, link no comentΓ‘rio.

Poema

ℕ𝕒π•₯𝕒𝕝: π•Œπ•ž 𝕣𝕖π•₯π• π•£π•Ÿπ•  Γ  π•šπ•Ÿπ•—Γ’π•Ÿπ•”π•šπ•’

π•Šπ•’π•¦π•£π•šπ•žπ• , π•₯𝕒𝕣𝕕𝕖 π•žπ• π•£π•šπ•“π•¦π•Ÿπ••π•’ 𝕕𝕖 ℕ𝕒π•₯𝕒𝕝, π”Ύπ•–π•Ÿπ•₯𝕖 π•§π•šπ•§π•’, π•Ÿπ•¦π•ž π•₯π• π•ž 𝕕𝕖 π•’π•π•–π•˜π•£π•šπ•’ π•€π•–π•ž π•šπ•˜π•¦π•’π•, π•‹π•–π•Ÿπ•₯π•’π•Ÿπ••π•  π•€π•–π•˜π•¦π•šπ•£ 𝕠𝕀 𝕑𝕒𝕀𝕀𝕠𝕀 𝕕𝕠 π•§π•–π•Ÿπ•₯𝕠, π”Ύπ•–π•Ÿπ•₯𝕖 𝕒𝕦𝕖 𝕒𝕦𝕖𝕣 π•§π•šπ•§π•–π•£, π••π•–π•€π•—π•’π•«π•–π•Ÿπ••π•  𝕠 π•₯π• π•£π•žπ•–π•Ÿπ•₯𝕠. π”Έπ•π•–π•˜π•£π•šπ•’ 𝕒 𝕖𝕀𝕑𝕒𝕝𝕙𝕒𝕣, π”Έπ•žπ• π•£ 𝕑𝕠𝕣 π•₯𝕠𝕕𝕠 𝕝𝕒𝕕𝕠, 𝕠 π•”π•™π•–π•šπ•£π•  𝕕𝕠𝕔𝕖 𝕒 π•–π•Ÿπ•”π•’π•Ÿπ•₯𝕒𝕣. Γ‰ ℕ𝕒π•₯𝕒𝕝, 𝕠 π•”π•π•šπ•žπ•’ π•žπ•– π•₯𝕣𝕒𝕫 π•Ÿπ• π•€π•₯π•’π•π•˜π•šπ•’, 𝕄𝕒𝕀 𝕕𝕖𝕀π•₯𝕒 𝕧𝕖𝕫, π•€π•–π•ž π•žπ•–π•π•’π•Ÿπ•”π• π•π•šπ•’, 𝔸 π•Ÿπ• π•€π•₯π•’π•π•˜π•šπ•’ 𝕑𝕖𝕀𝕒, β„™π• π•£Γ©π•ž Γ© π•‘π• π•–π•€π•šπ•’. 𝔾𝕠𝕀π•₯π•’π•£π•šπ•’ 𝕕𝕖 𝕧𝕠𝕝π•₯𝕒𝕣 𝕑𝕣𝕒 𝕝Ñ, 𝔸𝕠 ℕ𝕒π•₯𝕒𝕝 𝕒𝕦𝕖 𝕖𝕣𝕒 π•”π•£π•šπ•’π•ŸΓ§π•’, 𝔸𝕙, 𝕀𝕖 𝕑𝕦𝕕𝕖𝕀𝕀𝕖 𝕣𝕖π•₯π• π•£π•Ÿπ•’π•£ Γ  π•–π•€π•‘π•–π•£π•’π•ŸΓ§π•’! Γ‰ ℕ𝕒π•₯𝕒𝕝, π•₯𝕦𝕕𝕠 𝕒𝕦𝕖 π•’π•Ÿπ•€π•šπ•’π•žπ• π•€, β„šπ•¦π•– β„™π• π•€π•€π•’π•žπ• π•€ π•”π• π•Ÿπ•”π•£π•–π•₯π•šπ•«π•’π•£, π”Έπ•π•–π•˜π•£π•šπ•’? β„šπ•¦π•– π•ŸΓ£π•  π•Ÿπ• π•€ 𝕗𝕒𝕝π•₯𝕖, 𝔼 𝕒𝕦𝕖 𝕀𝕖𝕛𝕒 π•€π•–π•žπ•‘π•£π•– 𝔻𝕖𝕦𝕀 𝕒 π•˜π•¦π•šπ•’π•£.

Continuar lendo
Poema

L e m b r o

Lembro da rua, do vento a passar, dos dias simples que vinham devagar, do riso solto, da alma leve, de um mundo pequeno que hoje me escreve. Lembro do tempo a correr sem eu perceber, levando o brilho do meu crescer, mas no espelho, mesmo a mudar, ainda hΓ‘ um menino a me lembrar. E dΓ³i tΓ£o doce poder recordar a luz antiga que me fez sonhar… pois parte de mim ficou a viver naquela infΓ’ncia que ainda me quer.

Continuar lendo
Poema

V o l t e i

Voltei ao lugar onde a solidΓ£o insiste em nascer, tornei-me vento preso ao tempo que nΓ£o quer correr. O vazio, antes sombra, virou casa em mim, um eco silencioso do que fui e do que jΓ‘ nΓ£o tem fim. Senti de novo a ausΓͺncia que hΓ‘ muito me venceu, mas agora ela chega calma, sem ferir o que sou eu. Vem lenta, sem pressa, a recordar uma dor que jΓ‘ nΓ£o dΓ³i, resta apenas o silΓͺncio que sustento quando tudo se destrΓ³i. Prometo-me mundos, nova vida, nova fase, novo ardor, sorrisos que renascem para acalmar o meu interior. Falo ao eu perdido nas esquinas do passado, aquele que espera cura num abraΓ§o atrasado. Voltei… mas hoje com passos leves, pΓ©s no chΓ£o, a mesma melancolia, porΓ©m sem a velha lΓ‘grima na mΓ£o. O vazio tornou-se hΓ³spede estranho dentro do meu ser, e eu estranho-me em mim, sem saber mais quem quero ser. Voltei ao sΓ­tio onde a minha alma se calou, onde chorei mares que o tempo apagou. Voltei… mas sem o peso do que me destruiu, sΓ³ com perguntas no peito e um caminho que surgiu. Voltei… e a vida, desta vez, o que guardarΓ‘ para mim?

Continuar lendo

Hoje estive a pensar πŸ€”

As pessoas podem atΓ© parecer insignificantes agora, por nΓ£o terem aquilo que a sociedade diz que deveriam ter. Mas nada nos torna tΓ£o humanos quanto o afeto, o amor que cada um carrega para dar, as diferenΓ§as que fazem de cada ser alguΓ©m ΓΊnico. Γ‰ o toque simples, o gesto comum, a presenΓ§a discreta, essas pequenas coisas do dia a dia que, um dia, teremos saudades. Valorize. Respeite. Ajude. Ame. A humanidade jΓ‘ carrega problemas demais. Enquanto hΓ‘ vida, faz alguΓ©m sentir-se amado. Selson Agostinho.

Continuar lendo