L e m b r o
Lembro da rua, do vento a passar, dos dias simples que vinham devagar, do riso solto, da alma leve, de um mundo pequeno que hoje me escreve. Lembro do tempo a correr sem eu perceber, levando o brilho do meu crescer, mas no espelho, mesmo a mudar, ainda há um menino a me lembrar. E dói tão doce poder recordar a luz antiga que me fez sonhar… pois parte de mim ficou a viver naquela infância que ainda me quer.
Nilza Poetisa
Saudades da infância. Onde a inocência nos levava a viver a vida sem pensar no amanhã. Que bom termos vivido essa infância né? Enquanto muitos foram ceifados ainda criança
Selson Agostinho
Sim...🙂↕️