apressado
Tempo passando
Correndo
Andando
Pulando
Girando
Percorrendo
Tempo é espaço para ir?
ocupar?
Ou apenas medida para estimar?
dimensão do espaço
Espaço tempo
Tempo mediado
Tempo vivido
Vida no tempo
Memória temporal
𝐓𝐄𝐌𝐏𝐎 𝐈𝐍𝐄𝐗𝐈𝐒𝐓𝐄𝐍𝐓𝐄
𝐓𝐄𝐌𝐏𝐎 𝐂𝐑𝐎𝐍𝐎𝐋Ó𝐆𝐈𝐂𝐎
𝑡𝑒𝑚𝑝𝑜 𝑑𝑜 𝑡𝑒𝑚𝑝𝑜 𝑛𝑎̃𝑜 𝑟𝑒𝑎𝑙𝑖𝑧𝑎𝑑𝑜
o tempo constitui uma dimensão
corpóreo espacial
Algo além do aqui
Mas muito mais quantitado
Tempo é dinheiro,
monetariação do prazer sentir
Tempo como especulação,
Simulacisável
Indilúrdido
Circustândio
𝑚𝑜𝑠𝑡𝑟𝑢𝑎́𝑟𝑖𝑜.
𝕷𝖚𝖈𝖆𝖘 𝕾𝖆𝖗𝖙𝖔𝖗𝖎.
Continuar lendo
Inusitado porvir
que hoje se fez presença
em, à si.
vivi o hodierno
Que rascunho
se ganhou consigo.
em busca de ser,
à procura de alumir.
em justa costume,
o folhetivo estranhecimento
do corpóreo gólido
supurir.
Estranho semântico
incêndido.
Fulguras de mistério,
singulariante esfazido.
Mistiçagem
Do fascinasípide dispir.
Em contágio, por minuta
de estopim motivo.
Fincejo algébrido
ensastisagem
A concomitantiva
Do fidalgo
Sorricida.
Curvalamortrem
Insigna do soproso
vassalado.
𝕷𝖚𝖈𝖆𝖘 𝕾𝖆𝖗𝖙𝖔𝖗𝖎.
Continuar lendo
Alma solitária
em busca de ser
e procura de devir.
Testa,
vê,
forja
e inspira
flumos instintitos.
Junta e colapsa matéria disforme
sentido em síntese.
, vapores
já ficam em remanescentes
resíduos e paralelos
do que se passaram.
culminadoro.
Saudades ≥ e temor do desconhecido.
Sentimentos que se entrelaçãm:
como
frio
na barriga
do futuro porvir.
Espero que nasce.
E a-pine.
𝕷𝖚𝖈𝖆𝖘 𝕾𝖆𝖗𝖙𝖔𝖗𝖎.
Continuar lendo
O embrólio do fastido
permeia a camada cutânea
Envolve o súmio,
lívium de ser
e sinspila.
a enseada rádia,
a morada do esvanecer.
Tão loucos,
os fastícidios encipidem
suas brúmilas.
Logossim,
corśario sobremeia
o lústico.
Ensudário, quivalante
desagua rochedo
Rochuoso roxante,
Argentuado.
𝕷𝖚𝖈𝖆𝖘 𝕾𝖆𝖗𝖙𝖔𝖗𝖎.
Continuar lendo
Lado
dos lá.
que
ái,
i de, qui
E aqui!
Falar,
Dizer:
Expor?
Transmitir.
Passar-
Olhar"
Pensar'
desgastar>
Matar+
Destruir ×
*
Constância
Lado|
Escavar
destina
Tumba, arquelogizazida
esmero lapida-mente.
Geolidólica
Antinimiosa
nurca
Em ficida,
Nós encemos.
da Vitória,
filha da dona
Sebastianinha.
Tal que fia
E desfia,
Em teoso.
Teado tearmente
Vinil!
Toca som,
e pautea-se clavículosa
solfejozo clica
seca chuva
a espinha.
volte cordeão,
vire conto de condão.
Se jogue do balão,
em combustão.
fluir....
...
..
.
soltei
.
.
.
e,
depois de tudo
Enfim...
soltei e ela caiu.
tum.
Ouviu-se o eco que reverberara pelo chão
Ou no ambiente.
Quem sabe pelos canions.
Que permeiavam
a Entuldrida paisagem
Visalia a desenrolar-se
perante olhos cegos.
Fusíveis tingidos de purpurina.
Alcólita da plena luz do vácuo.
Por onde ele caiu.
𝕷𝖚𝖈𝖆𝖘 𝕾𝖆𝖗𝖙𝖔𝖗𝖎.
Continuar lendo
Sólida a onte em estado de nocte
pedra-noite 🌌
a massa bruta do passado que não
flui
é o mesmo vastido azul profundo,
o deserto liquoso de torno
ex-prumo.
Procrastina a tensão mecânica que
arrasta o amanhã
~ ondas em potência batendo forte
no barco ~
operando o adiamento da luz, essa
privação do fluir.
Do hoc, fênix!
A ignição no ponto-isto, o
agora-combustão
cavalgando pelo sem limites a olho
nu,
onde a inércia se faz movimento,
singelo
emocionante
e a rigidez obriga a fluir
vazio
volúpio
rápido.
Em uma parcela à momento,
o peso-vetor que inclina a balança
da existência
~ consistência vazosa
efêmera ~
é pesadoar, doar o peso, medir
o movimento
exprimido do plícito do ex,
condição de intensa
delicatez.
Vastidão somático
Em sancrintum.
O que finaliza em tom curtil,
derretendo em súbito instante,
é a mesma rigidez que se obriga:
como é maleável
tal devir sintônico
em assintono,
esta solidão que é oc🌊no,
esta quedinha que é
ab🕳mo
esta pe🪨ra que é onda
este cras que é hoc.
𝕷𝖚𝖈𝖆𝖘 𝕾𝖆𝖗𝖙𝖔𝖗𝖎.
Continuar lendo
Frutente
Sombra, Luz.
Alegre divizino,
Ardendo o Som
Sondulento.
A memória flutua
Em dimensões extrassencientes;
Paisagens imagéticas desfiam
Por alegóricos deslizes.
Rumo à pradaria
Prata fluida,
à Tíbia.
Em subitez, suspenso
Pairava na sílica a inconstância.
Sentinelaria-se de selênico
O capricho.
Som solto, artilheiro,
Arteiro em sua arquearia:
O alvo é o Sorriso.
Aliteração de sábado,
Onde o sexto alítera
Um sorrisin faceiro,
Um bonitin arteiro
Todo dengozin.
mistério oh se cala
𝑖𝑛𝑐𝑜𝑚𝑝𝑟𝑎𝑛𝑡𝑢𝑚,
𝐼𝑛𝑐𝑜𝑚𝑝𝑟𝑒ℎ𝑒𝑛𝑠𝑢𝑚
𝑖𝑛𝑐𝑜𝑚𝑝𝑟𝑜𝑏𝑎𝑡𝑢𝑚.
𝕷𝖚𝖈𝖆𝖘 𝕾𝖆𝖗𝖙𝖔𝖗𝖎.
Continuar lendo
Findando o ano,
As datas estão se acabando
no relógio de areia da vida.
É o instante exato de repoetisar
meu mundo interior,
Plantando poesis
em cada cantinho da alma,
Poesitando
pelo pomar do devir.
Vê:
vindoura melancia melancólica,
Brotas em suas ramas folhas poéticas,
verdes de espera.
O sumo,
o suco escorre...
rubro carmesim,
Conchinalhido em seu extrato
intenso ado em firulha,
baunilha
Bulhante de sede.
Sede. Sede.
Viscuosidade densa,
em goles lentos e saciantes.
conclusão
Ciclos se fecham e acabam
sob o peso do tempo,
O seu envolvimento convulsivo,
Seu jeito cruel e belo de cozer
e nervorraminar o existir.
Tudo resta rizomaticado:
Um tipo ficuocentésimo poético suspiro
está bem aqui,
Neste ano
findouro,
emérido
e singilo.
Gelovendo o
rulpiar do apruir,
Sinto a purpurada íris
arcolenta
rasgar o horizonte.
É a polenta mentolada de sol lisante,
Uma col(mel)cheia de belha à...
Sim!
Assim se fez Zaratruta.
Eis a cerda sina de figo em tinir,
Gritando:
— 𝑂ℎ 𝑓𝑢𝑙𝑟𝑜𝑠𝑜 𝑎𝑙𝑔𝑜𝑧 𝑑𝑒 𝑚𝑒𝑢 𝑑𝑒𝑠𝑡𝑖𝑛𝑜! —
Que brameja em tons de radiente sortejante
Pelas amígdalas vinhosas do meu canto.
Oh parreira tenaz!
Em seus frutos,
O sumo de asperosa adistringente
douçura melante nos batiza.
Oh choque,
Encontrei meus ouvidos no radiador.
Fez estampido!
O pito pulou em fumaças de senso In,
Cardumando o luar do porver
nas águas do pensamento.
Frisálido timoteiro...
Vê o voando o perdiz
pelo sonho de alto céu,
Em liberatas de Libertas!
Além de tudo, além de mim...
𝑁𝑒𝑐 𝑡𝑎𝑟𝑑𝑎 𝑡𝑎𝑚𝑒𝑛.
Outrossim.
𝕷𝖚𝖈𝖆𝖘 𝕾𝖆𝖗𝖙𝖔𝖗𝖎
Continuar lendo
Ouve-se o apito estridente do trem.
Neste horário, como sempre,
um grande tumulto de passageiros à espera.
Mas em tantas vezes que este apito foi ouvido,
jamais notei esta dimensão
que traz não proximidade,
d'intimidade.
Deve ser outro tempo, outro ritmo:
uma frequência aguda, inalcançável,
que fura o meu captador de som.
Atinge uma nota interna,
um outro lugar de ouvido,
e ali se instala,
incômodo,
feito o silêncio d'um diário,
na escrita de desabafo.
O que é a escrita humana
se não a tentativa de não se esquecer
como viver a vida?
Memoriar o viver passado do porvir
em espera contemplativa
de virar levemente o pescoço,
encarar o atrás,
apenas por fazer o que passou.
E...
entre incontáveis e possíveis
momentos de espaço,
por estar e ser nesse cosmos,
nada me prepararia para o milagre de
coestar
bem aqui,
no brilho do seu olhar,
onde o movimento nasce.
Pois ali,
desliza a lamina pela epiderme gélida.
Gire e pule!
Em rodopios de superfície
liquidaz
blocosa
congelante.
Roda em finta tripla,
de salto dupladamente
aerobirritmado,
e se joga em aplausos de cintilante arbóredo
contornado,
por naquele palco
lagoático.
Tudo se funde neste espaço de
inspirância,
em ardente paixão
neste nosso ringue de neve
glaceado.
- 𝐴𝑛𝑎𝑚𝑛𝑒𝑠𝑒 𝑑𝑒 𝑢𝑚𝑎 𝑒𝑝𝑖𝑓𝑎𝑛𝑖𝑎.
𝕷𝖚𝖈𝖆𝖘 𝕾𝖆𝖗𝖙𝖔𝖗𝖎.
Continuar lendo
Saudades
de
nostalgias
sentirei
daqui
me despeço
desse meu lar
in¹Lugar
(¹reforsosamente sufixado)
que me acolheu
tão bem.
Ironia do destino:
sentir saudades
de um chão que tanto estranhei.
Mas que me deu
tantas descobertas
in memorian
de momentos
onde pude me ouvir.
Que saudades sentirei.
Quão estranho mais ainda é
não ter despedida.
Sensação tão volátil
tão fugaz
que me sinto como sumindo,
sem poder guardar.
Sem tempo de ser.
De estar saudade.
Uma promessa de até logo
tão rasa,em mar aberto.
Que me sinto afogando
sem âncora de futuro-morar.
Sentir falta do que já foi e não tive
não se emudece
nem se equipara
à dor de perder as possibilidades
do que poderia ter tido
ou não.
𝕷𝖚𝖈𝖆𝖘 𝕾𝖆𝖗𝖙𝖔𝖗𝖎.
Continuar lendo