Por ora
Sólida a onte em estado de nocte pedra-noite 🌌 a massa bruta do passado que não flui é o mesmo vastido azul profundo, o deserto liquoso de torno ex-prumo. Procrastina a tensão mecânica que arrasta o amanhã ~ ondas em potência batendo forte no barco ~ operando o adiamento da luz, essa privação do fluir. Do hoc, fênix! A ignição no ponto-isto, o agora-combustão cavalgando pelo sem limites a olho nu, onde a inércia se faz movimento, singelo emocionante e a rigidez obriga a fluir vazio volúpio rápido. Em uma parcela à momento, o peso-vetor que inclina a balança da existência ~ consistência vazosa efêmera ~ é pesadoar, doar o peso, medir o movimento exprimido do plícito do ex, condição de intensa delicatez. Vastidão somático Em sancrintum. O que finaliza em tom curtil, derretendo em súbito instante, é a mesma rigidez que se obriga: como é maleável tal devir sintônico em assintono, esta solidão que é oc🌊no, esta quedinha que é ab🕳mo esta pe🪨ra que é onda este cras que é hoc. 𝕷𝖚𝖈𝖆𝖘 𝕾𝖆𝖗𝖙𝖔𝖗𝖎.
Comentários · 0
Nenhum comentário ainda. Entre para ser o primeiro a comentar.