Roo - La Mort Du Prince Noir @Roo

Conversando com as folhas secas e rosa morta

(Crônicas do Banco da Praça) Pintou o rouxinol de Alcan, na medida que Aaran sangrou a seringueira. Pintou o rosto escondido, do falso doutor. Melodia nem é prosa, mas melhora ouvindo a dor, Pintaram a casa Amarela, que quão bela seria sua cor, não há espaço entre os tijolos mas eu imploro por seu amor. Falcatrua desse rua chamada solidão, levou você embora dizia me amar, mas feriu meu coração. Pinte de sangue as alucinantes lágrimas de algodão, chame Maria Dolores pergunte a ela, aonde vão os amores. Dessa frondosa selva o que impera é triste cinzentura no céu de Anil, como pode se acreditar, se o cretino nojento do lado esquerdo quer estar. Encerro esse enredo sem sentido, tomando comprimidos indo me deitar, quem sabe eu sonho lindo com você Pintando esse jeito de Amar. Von Roo

Comentários · 4

  1. AlanDeLucas

    Muito bom parabéns

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    1. Roo - La Mort Du Prince Noir

      Obrigado pela atenção e carinho

  2. Nilza Poetisa

    Pintou perfeito amigo O poema está lindo 🥰🥰🙏

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    1. Roo - La Mort Du Prince Noir

      Muito agradecido grande amiga obrigado

  3. Wélerson Recalcatti

    magnífico Rodrigo muito bom meu irmão

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    1. Roo - La Mort Du Prince Noir

      Obrigado meu irmão pelo apoio e carinho

  4. Nata

    Belíssima escrita !!👏👏