Conversando com as folhas secas e rosa morta
(Crônicas do Banco da Praça) Pintou o rouxinol de Alcan, na medida que Aaran sangrou a seringueira. Pintou o rosto escondido, do falso doutor. Melodia nem é prosa, mas melhora ouvindo a dor, Pintaram a casa Amarela, que quão bela seria sua cor, não há espaço entre os tijolos mas eu imploro por seu amor. Falcatrua desse rua chamada solidão, levou você embora dizia me amar, mas feriu meu coração. Pinte de sangue as alucinantes lágrimas de algodão, chame Maria Dolores pergunte a ela, aonde vão os amores. Dessa frondosa selva o que impera é triste cinzentura no céu de Anil, como pode se acreditar, se o cretino nojento do lado esquerdo quer estar. Encerro esse enredo sem sentido, tomando comprimidos indo me deitar, quem sabe eu sonho lindo com você Pintando esse jeito de Amar. Von Roo
AlanDeLucas
Muito bom parabéns
Roo - La Mort Du Prince Noir
Obrigado pela atenção e carinho
Nilza Poetisa
Pintou perfeito amigo O poema está lindo 🥰🥰🙏
Roo - La Mort Du Prince Noir
Muito agradecido grande amiga obrigado
Wélerson Recalcatti
magnífico Rodrigo muito bom meu irmão
Roo - La Mort Du Prince Noir
Obrigado meu irmão pelo apoio e carinho
Nata
Belíssima escrita !!👏👏