Foto de Roo - La Mort Du Prince Noir

Roo - La Mort Du Prince Noir

@Roo · desde 2020

Der helle Kuss des Mondes

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L'essence de la pensée

(Crônicas do Cozinheiro) Aonde você está Tomaste minha mente por completo, Eu confesso, mas preciso criar essa receita nova, A música que ouvia quando te conheci não para de se repetir, eu não paro de pensar em você. Eu confesso, O molho queimou terei que refazer, Agora ei de me concentrar, o feijão ficou sem sal, as batatas pro purê aonde vou comprar, esqueci!. O jeito é improvisar, um Chevich de salmão, pétalas de rosas, ou caviar. Uma salada A Espanhola, de Sobremesa um manjar..... Não. Eu confesso como criar, se minha mente está ocupada você ocupa todo o lugar. Es minha inspiração, não consigo criar. Vou tomar mais uma taça, assim quem sabe a criatividade vem eu transforme em prato o que meu coração sente. Por você meu bem. Von Roo

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Conversando com as folhas secas e rosa morta

(Crônicas do Banco da Praça) Pintou o rouxinol de Alcan, na medida que Aaran sangrou a seringueira. Pintou o rosto escondido, do falso doutor. Melodia nem é prosa, mas melhora ouvindo a dor, Pintaram a casa Amarela, que quão bela seria sua cor, não há espaço entre os tijolos mas eu imploro por seu amor. Falcatrua desse rua chamada solidão, levou você embora dizia me amar, mas feriu meu coração. Pinte de sangue as alucinantes lágrimas de algodão, chame Maria Dolores pergunte a ela, aonde vão os amores. Dessa frondosa selva o que impera é triste cinzentura no céu de Anil, como pode se acreditar, se o cretino nojento do lado esquerdo quer estar. Encerro esse enredo sem sentido, tomando comprimidos indo me deitar, quem sabe eu sonho lindo com você Pintando esse jeito de Amar. Von Roo

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Pétalas Negras

O amor fere, o amor machuca, o amor mata (La mort du cœur du Prince) Tocava a marcha fúnebre marcha, Jogavam pétalas de rosas negras. Meu pálido rosto escondido pelos negros cabelos, não os deixaram com medo. Nem o intenso frio, era capaz de pará-los, jogavam pétalas e também espinhos, pisoteavam meu coração sorrindo. Ela assistia tudo de longe, Rainha do Amor, Mandou ascender a fogueira, e jogava pétalas negras pelo caminho, era eu quem ia morrer. Quem pode matar o que já está morto, a Rainha do meu desgosto. Ela nem se importa, diz ser o amor a solução. Arrastado como um trapo sou príncipe da escuridão, humilhado perante Ela. Vendo às pétalas caírem ao chão. Lágrimas de sangue escorrem em meu rosto, não peço perdão, me deixaste morrer sem ao menos dizer, adeus ilusão. Von Roo

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Sonho que não se Sonha

O dia em que sonhei, sonhei (Le jour où j'ai rêvé, j'ai rêvé) Deixe-me beijar teu rosto Não isso não é um sonho As carícias em sua pele macia e perfumada Não isto não é um sonho. A canção que cantei ao seu ouvido, O dia que te vi naquele vestido Não isto não é um sonho. A noite em que tomei em meus braços,e a fiz dormir,. Beijo em teus lábios que não resisti. Não isto não é apenas um sonho. Vi o brilho dos teus olhos e o desejo do teu corpo ao meu, espelhos quebrados era eu. Não isto é um sonho. Sonho dentro de um sonho que se sonha acordado, eu sempre estou ao seu lado. Um grito de socorro eu morro sem você. Isto não é um sonho que acabou de nascer. Deixe-me beijar seu rosto, antes de acordar porque esse não pode ser o sonho que você queira sonhar. Von Roo

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Un baiser d'amour

O intenso desejo Elevo minha mão à cariciar seu rosto, afoito um beijo quero lhe dar. Teus lábios macios desejo a mil, pra te beijar. Com a ponta dos dedos desliso em seu rosto até tua boca encontra, meu coração quer explodir, um beijo quero te dar. Teus lábios me convidam, tua boca me quer, um beijo carinhoso mordidinho gostoso trêmulo da cabeça aos pés. Sua boca seus lábios um sorriso amigável te faz a mais linda mulher,. Não resisto um beijo vou lhe dar, viu me perder na tua boca pra nos teus lábios me encontrar. Von Roo

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O vinho, O Jantar e sua essencia

(Crônicas do Cozinheiro) L'essence du vin Ahahahahahahah Queimou Risoto de tomate seco, o Ancho está esturicado e o molho secou. Tem fumaça pra todo lado e o vinho acabou de taça seca hoje não posso ficar, tem que sair ao menos essa salada pra não azedar. Ahahahahahahah Que loucura, à lasanha está crua esqueci de assar, o Frango nem cortado foi, como vou começar. já está no fim da noite nada se pode aproveitar. Abriremos outro vinho agora um Chardonnay, uma taça para mim e outra para mim também. Nessa criação perfeição ei de achar, Do Crème brûlée ao Foie Gras. Mas uma taça desse vinho ei de tomar. Do balcão caiu a panela lá se vai o molho de Manjericão, e agora é que farei com salmão que não descongelei. Já sei, puxe a cadeira senta aqui comigo, junto desse vinho lhe cantarei uma canção. O jantar já está perdido e nosso tudo descobri que teu é o meu coração. Von Roo

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A Lua e a Estrela

Eine Romanze mit dem Stern (Crônicas da Madrugada) Tão distantes e solitárias, nos céus essa manhã estavam, aos olhos nus estavam se apaixonando. A medida que amanhecia a estrela ia sumindo e a Lua se apagando. Não havia mais nada nos céus, apenas a estrela e a Lua., não era um quadro pintado, nem imagem de papel. Um Romance que na madrugada nasceu. Ela minguante meiga e singela, A estrela ria Dançava cortejando à ela. No céu, uma imensidão difusa parecia sem cor, enquanto dançavam lua, a estrela emocionada chamava de amor. Amanheceu por completo, e elas aos olhos se foram, mas esse romance previsto mostra o compromisso de um amor senil. Von Roo

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Lune brisée

(Fragmentos da Lua Quebrada) Le jour où tu m'as quitté Em pedaços, escapou este coração, Maltratado, surrado, enganado, escapou este coração. Escuro, está quebrado As luzes estão quebradas, a estrada empoeirada, quebrada. Sonhos, o doce perfume à linda canção Quebradas, As flores de cera de outrora aurora agora quebrada. Cadáver encontrado com a tumba quebrada. Em pedaços, escapou este coração. Doloroso a se foi, partido, destruído, humilhado, debochado foi. Quebradas, rosas machucadas, Não há luz nenhuma no fim da estrada quebrada, nem sirene se ouve, gritos só de horrores. Quebrada. A lua está despedaçada olhando da escada de onde cai. Von Roo

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Silencio

Chanson des fleurs (M'a promis) É esse o silêncio, Confesso machuca, mesmo nesta noite em que escolhi pra te ouvir. É esse o silêncio. O silêncio da verdade, Verdade que virou Mentira, minha amiga, solidão e a paixão pequena ilusão, não me queres a sorrir. Eu confesso, sinto meu coração esmagado por um punhado rejeitado do seu amor. É esse o silêncio, (choro) Deixe-me chorando, enquanto eu ouço o silêncio aonde estou, mas querida amiga não mais diga palavras fingidas de pura melancolia do tal amor. É esse o silêncio que mereço, mas eu não esqueço da promessa que me fez. Esse silêncio castiga-me outra vez. Von Roo

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Lacrima Triste

(A Dança das Flores) Flores de inverno florescido de um lacrima triste. Um pranto para recordar, as pétalas feridas. Os amores perdidos vencido pelo medo, segredo, desespero. Flores que morreram no jardim da dor esquecido puro sem vigor. Do vento o lamento, choro miúdo no escuro, doce amargor. Vozes sim lindas vozes, vazia as vozes desse amor, roubou a alegria da melodia, conduzida de pranto e dor. Flores de inverno crescente sem cor, no frio obscuro desse amor. Jogue os espinhos, caiam as rosas, flores de Dezembro cor de rosa, ignora-me de outrora agora explora meu amor. Flor mentirosa suas pétalas negras me causam hoje apenas dor. Von Roo

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