Quando ....
Quando eu olho Pro meu coração Vejo uma enorme Desanimação Você não tem noção. Me sinto tão sozinho Tão deprimido, Pois dentro de mim. Ocorre ,um enorme oceano de lágrimas. Quando eu acordo Vejo a vida sem graça Por não ter uma maninha Ou um grande brother Pra me acompanhar. Quando eu olho Pro meu espelho Eu não vejo mais o meu rosto, Só uma tremenda escuridão. Quando eu olho pra população E pro nosso Irmão Pergunto porque não me deu, Um irmão ou uma maninha de coração. Que eu implique Ele ou ela me perturbe. Que eu possa sair com ele ou ela Ir na casa dele ou dela de surpresa. Porque meu Senhor Devo implicar , Se não tenho ninguém nessa vida Que eu possa contar. Pois eu não quero perturbar, Atrapalhar a vida de ninguém Pois esse também ,é o meu jeito de amar. Mas não vejo ninguém, Que eu posso contar. Se não é uma esposa Tudo bem . Porque não tenho dinheiro, não. Mas porque não posso ter Um irmão brincalhão , Ou uma maninha Super implicante, Que alegre mais meu coração. Eu amo minha família De todo meu coração Mas são muito sérios E são apenas de conversar Já sou mais de implicar. Porém não ligo pro esporro,não. Porém o que dói no meu coração É não ter ninguém implicante, É não ter ,ninguém brincalhão . Sei que Deus É o nosso criador Mas preciso De uma maninha Brincalhona , Super implicante. Que me eu pudesse ligar Ela me implicar E pudéssemos sair juntos Pra me animar. Meu coração dói Meu coração chora Por não ter uma maninha Super implicante, não. Queria ser sério Mas não sou . Porque Jesus me fez desse jeito. Se com ninguém posso contar A ponto de ligar , perturbar e passear. Às vezes eu apago Os meus poemas Pois sou um fraco Em tudo que eu faço. Sou um cri cri Sou um mala Mas por cima de tudo Sou uma pessoa desanimada. Me sinto num deserto Apesar de ter tanta gente, eu amar, Como minha família e Jesus Cristo Mas não tenho uma pessoa brincalhona Que ao meu lado,devia estar. Faltou um grande irmão Super brincalhão Ou uma maninha Muito brincalhona Que pudéssemos sair. Pois a sociedade é hipócrita E cheia de coisas que não podemos fazer Como ligar pra uma grande amiga Que considera como irmã E nem pensar em sair. Talvez meus caros amigos Devo parar de anotar Não tenho mais vontade De ir na igreja . Talvez eu pare de poemas criar . Quando olho pro espelho Vejo uma dor imensa Que nunca vai ser resolvida. Isso eu posso confirmar. Escrevo para o tempo passar Porém não passa Queria que eu envelhecesse logo A ponto de Cristo me levasse. Porque não posso dirigir Por causa da eplipisia Tudo bem. Tive que aceitar. Não posso casar Tudo bem Porque não tenho Dinheiro, não. Mas porque Deus não me deu Um grande brother Ou uma maninha Que possa me implicar Mas principalmente passear Ir na casa dele ou dela de surpresa. Devo ficar na minha E deixar a dor aumentar Se a depressão chegar, Deixa vim. Pois eu já não estou Mais me preocupando. Quando olho pro espelho Não vejo mais nada, não Apenas um homem morto, Um homem que pede ajuda Mas não tem mais solução. Me sinto tão só Pois quando olho pra vida, O meu sorriso já sumiu O que eu vejo é um veneno No meu coração. Que não tem como curar Pois a tendência É cada vez mais e mais Aumentar e piorar. Eu escrevo mas sei Que não sou poeta Apenas pra o tempo passar. Pois sei que a dor , Do meu coração Nunca vai melhorar , E sim piorar. Quando eu olho para o céu Antigamente eu via o arco -iris Hoje vejo trovoadas. E enormes tsunamis. Me vejo só meus caros colegas Meus caros poetas, Pois vocês são grandes escritores E já sou uma tremenda farsa. Quando eu olho pra vida Não vejo mais alegria . Vejo um rapaz numa bolha E essa bolha da tristeza Nunca irá furar. Devo ficar parado, Esperando a morte me levar Independente o que eu falar Errado sempre vou estar, O que me resta é eu chorar. Ricardo Ferreira Guedes.
Ricardo N. Reis
Resista se puder, não sei se o que tu quer está próximo, ou se está distante, mas se quer descobrir precisa resistir pra chegar lá. Se esse mundo está um lixo, escreva sobre um melhor, nem que seja parte da resistência, escrever...
Ricardo N. Reis
Tu diz que não é poeta, mas o que é Ser poeta? fazer isso e aquilo, proposto Por quem dita as regras? Quem escreve dita as regras na folha De papel, cria o mundo e destrói, se Derrama em Lágrimas e se lava, se Constrói, esse é o Poder do poeta.
Bruna
Ficou muito boa amigo
Ricardo Ferreira Guedes .
obrigado, Bruna.
Nilza Poetisa
Você pode ter uma amiga irmã, porque não? Amigos são irmãos que escolhemos Ricardo. Nota-se essa fragilidade em tuas escritas. Mas sempre é tempo de reconstruir tudo.