Ainda
Pessimista ainda, digo: Que áureos tempos , o tempo de escrever rebuscado e disso, viver. Hoje, apenas se escreve. Depois disso, o metrô sem verve, o brado no silêncio que se inscreve. O amado, entre amados. Tudo é retrô, tudo passado, como num acaso, você aí, eu aqui. Distância fenomenal de pessoas, e o dèja vu. Pretéritos, oh, quantas gentes nas multidões que, em seus recantos, destilam as coisas mais lindas, e anelam mundos de poetas e suas belezas, sinceridade de alma, realistas, ou não.
Ella
Perfeito! 👏
Luiz Carlos Rodrigues
Belíssimo poema