Eu?
Eu, competir com computadores? Nem sob tortura. Goodbye
@Penelopez · desde 2025
Folha em Branco me Desafia; Sonoridade me abranda. Quem sou? Louca por poesia. 🤪💬💛
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Eu, competir com computadores? Nem sob tortura. Goodbye
O amor é invisível, mas capaz de mover montanhas. Sussurra aos corações, e faz que mundos se transformem. Em ruas antigas, sonhos ganham vida . Em brisas suaves, sorrisos contagiam . São os teus e os meus e , as mãos enlaçadas , também sorriem . É vida que floresce , Em beijo selado Tempo se perde . Corações dançam . São mares de amor , Que beijos revelam. São pontes que levam Um ao outro , estrelas , que palpitam docemente, no azul . Cintila o céu, cúmplice. Calo-me eu , diante do amor. Composto por Copilot
Continuar lendoUm stacatto em moderato são como Vento e tempo, em eras distantes, triunfantes. Um, forte a dizer: sou a natureza do homem. Nervosa, viva, pulsante! Já o tempo, como se arrasta ! É preciso, então, cadência. É preciso, então, que a música original seja, de execução original. Certo dia ouvi algo assim. E, do meu repouso sem pouso, pus-me a agitar. Levada por esses ventos e tempos, certa que iria cantar o amor, certa que iria compor, os belos poemas. Mas, oh, infertilidade da folha em branco. Tudo foi silêncio entre notas. Dodecafonias que mechem com a gente, mechem os galhos, cai tudo, a beleza, antes perene, tudo desvanece, esmoece, cai. Morre música num petit finale, antes de nascer bela. Improvisações de quem sequer sabe pentagrama, grama, coisa que o valha. Como alcançar sonoridade, musicalidade, se tudo que fiz foi 8 horas de treino, sem ousadia, confiança em mim? Já a poesia... Ah, poesia! Está nasceu comigo, não há quem me tire, nunca precisei treinar... Apenas escrevo, por gostar. Às vezes petulante, andante. Presto, piano... Como dói não saber tocar instrumento, que me acompanhe no lamento da vida, do vento, que é tempo.
Continuar lendoUm pássaro preto passando em minha janela. Queria estar com ele a voar, a cantar. Feliz ser, livre ser sobre o azul. Entre árvores, em ninhos, tocando o bico na água salgada do mar, perseguindo algo prateado, para me alimentar. Queria trinar solfejos de gratidão , ao Criador. Conversar com outros seres, a mesma linguagem de gratidão. E sim, vejo , há como ser pássaro. Basta, a mim humana, ter essa simplicidade, despir-me de toda maldade, ser um com ele, ser mais que humana, vestir-me de amor. E, se alguém vier me capturar... que continue eu a cantar !
Continuar lendo17 anos... Ele, na Pós graduação, gênio da Física. Eu, com nossa filha, A esperar que voltasse. E voltava, com par de.. chifres ! ha ha Que linguagem chula, para algo que, ele dizia: Preferido amor! Eu, imitando seu comportamento louco, dei de traí-lo também . Tudo acabou. A família, o amor, os poemas que trazia depois de cada noite dessas, tranzido de álcool, sexo, perfumes. Sei, rima com ciúmes. Nunca o tive e, certamente, nunca amor! Hão de dizer, talvez, Baixo nível, escrotice de ambos. Eu digo apenas. 17 anos !
Continuar lendoPessimista ainda, digo: Que áureos tempos , o tempo de escrever rebuscado e disso, viver. Hoje, apenas se escreve. Depois disso, o metrô sem verve, o brado no silêncio que se inscreve. O amado, entre amados. Tudo é retrô, tudo passado, como num acaso, você aí, eu aqui. Distância fenomenal de pessoas, e o dèja vu. Pretéritos, oh, quantas gentes nas multidões que, em seus recantos, destilam as coisas mais lindas, e anelam mundos de poetas e suas belezas, sinceridade de alma, realistas, ou não.
Continuar lendoJá me fiz de trágica muitas vezes. Perder amores , Querer ter razão Querer queres, Bater pé no chão. Agora, vista escura, tonta e fraquezas, meu corpo diz: É a hora tua, prepara-te! E sem delicadezas! Hora de ser forte, Ou aguentar a morte. Seus processos, suas dores, e solidão suprema. Agora que escrevo, falta-me ar. Agora que escrevo, Sentido não há . E todos dizem: Onde está tua chaga? Invisível, a carreguei como se carrega uma carga, pela vida inteira. E agora, ... não tem mais para onde fungir. Não tem mais por que máscara de normal. Devorei livros, pessoas me devoraram, fazendo-me mal. Me recolhi, não chorei. Agora choro, talvez com pena de mim. Dessa minha vida toda a lutar, sem colher. Hão de me chamar: desafortunadada! E vão fugir de mim, como se foge de uma praga.
Continuar lendoÀ Poetisa do Sol O sol nasce. Para ela. Sua amizade é sincera, vejo pelas palavras que realiza e Não ouso analisar. Destas em que o simples conjuga com o verbo amar. Heavy, pesada arte de amar. E ela sabe, embora não simples. E ela espalha, Poetisa que é. Vê em mim algo que nem sei. Mas agradeço, de quem vêm e... quero aprender, mais e mais . Pois ela é puro raio amarelo singelo, com matizes escuros e claros, é nossa ( So Lar ) .
Continuar lendoPara lordbird Já que há livre arbítrio, existe também o lutar. Que não acontece sem opositor. Se teu lutar é contra ti mesmo, que bom opositor! E, se assim não for, impossível ganhar. Pois se o opositor for o outro, como garantir vitória do perdoar? Sei, meu escrito é longe da poesia que queria. É lógico, frio, talvez de lógica equivocada. Foi o máximo que pude, de meu espírito de pouca idade.
Estigmas entre estamoes, nós dois enlaçados, num colchão de água molhado, exultantes de lágrimas de felicidade. Gritos eufóricos. Consegui. Fácil para você o pólen. Eu que dependo de ventos e aves, e ciclos, e fases. Sou nave de igreja, não me deixes no não de altar. Quero coabitação até o fim dentro de mim ninho. Quero querer te amar. E mais . O perdão, o não precisar perdoar que fecunda o perdão não dito. Escrevo cartas de amor e loucura. Não disse que conseguia? Pois assim meu amor é. Tresloucado. Travestido de razão e poesia !
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