morro
Fujo então na noite e subo o morro para me encontrar com os ruídos naturais da noite, O som do vento sob a luz da lua; a presença sutil do cricrilar noturno Observo o ruído natural das coisas se misturar com o silêncio que parte de mim: sem desejar nada sem insinuar nada, sem a necessidade de ser conviver ou de viver Uma perspectiva me tira do silêncio profundo e da reflexão do nada e me faz pensar sobre o contraste da cidade, de casa simples e desalinhadas para edifícios luxuosos ao Horizonte que não me diz nada e me diz tudo que já sei Subitamente imagino que estou num globinho, dentro de um globinho, preso dentro desses globinhos e me sinto sufocado como se o globinho não fosse o suficiente para necessidade de liberdade que sonho Desço de minhas ilusões, da caixa d'água e do morro caminho pelas veredas, serpenteando as ruas que vi rumo a casa que observei Indo de encontro com as ilusões que imaginei, lá de cima, do morro e da caixa d'água.
maiksson
Oiii, gostei muito de seus versos. Tem esse grupo lá no whts pra escritores, lá você pode falar sobre qualquer coisa, e interagir com outros escritores. Se quiser o link é esse✨ https://chat.whatsapp.com/K7sqxMbrbYH9Ew6T9FA34B
proudmoore
fico feliz que tenha gostado, obrigado pelo link do grupo
Lítio
Esse texto me fez refletir e desenhar mentalmente essa imagem, muito lindo parabéns.
proudmoore
fico muito feliz que tenha gostado, obrigado pelo apoio