MUDA VOCÊ!
Por que eu tenho que me rebaixar a isso?
Sempre eu o problema?
Sempre eu a culpada ?
Sempre eu a doida?
Vamos pegar o espelho e ver realmente o problema,
Vamos ver quem realmente precisa de ajuda, e parar de culpar os outros por causa dos SEUS problemas internos.
Vamos parar de arrumar desculpa pra tudo e engolir a porra do orgulho e aceita que eu não preciso mudar por VOCÊ, você que deve levantar e encarar seus desafios.
Quem sabe aí eu não te levo em consideração, por que essa minha "casca grossa" é meu armamento de defesa contra você!
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O silencio ensudercedor.
As vozes da minha cabeça não descansa com a
Calmaria da noite, sou obrigada a escutar sua
Tortura psicológica, suas teorias,imaginação até mesmo
Suas discussões comigo mesmo.
No silencioso é quando elas mais gostam de se manisfesta
O ambiente fica calmo, mas a mente não,revivendo cada
Momento agonizante do dia até você surtar, só queria
Que no silêncio eu escutasse o silêncio.
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Não sei por onde começa a escrever, só deixo às palavras vomitarem nó espaço que tem, por que quando eu
Escrevo pedaços das lembranças que tenho com
Ele são transferida, me ajudando a superar
Seu sorriso, seu cheiro cavaleiro, o nosso
Beijo que nunca ocorreu.
Com ele aprendi a amar antes msm do primeiro toque
Ele e o dia nublado com cachos pretos,com cada
Sorriso calculado, me fazendo pensar,
"Nossa onde estou me metendo"
Somos óleo e água, fogo e água,branco e preto,
Calor e frio, mas ao mesmo tempo conseguimos ser
A fogo e a gasolina, a paixão de sempre querer consumir
Mais e mais e mais, não temos limites,
Nosso limite só chega quando o outro desisti.
Dois egoísta de mais para pode falar eu te amo, dois egoísta de mais para dar o passo maior, dois egoísta de mais para simplesmente pergunta, dois egoísta de mais para saber que os dois quer e responderia "sim" sem nem pensar, mais dois egoísta de mas para não querer machucar o ego.
Esses nosso jogos sao incríveis pq assim sempre nos surpreendemos com o limite um do outro e acredite meu amor, eu não vou cair primeiro, eu te amo viu💕
Vc que me surpreenda agr.
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Fiquei sem chão,
o mundo rodou sem avisar,
meu coração, perdido,
tentando se reencontrar.
As paredes parecem altas,
o vento sopra mais forte,
mas no silêncio da alma
sinto nascer outra sorte.
Mesmo sem chão,
aprendo a flutuar,
e cada passo incerto
ensina a caminhar
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Dizem que ele não tem defeitos.
Bonito.
Jogador.
Dono de uma inteligência que assusta
e encanta ao mesmo tempo.
Mas quando eu olho para ele
não é a beleza dos olhos que me prende,
nem os cabelos dourados
que o sol insiste em iluminar.
É a forma como ele explica
a mais boba fórmula de matemática
como se fosse poesia.
É a calma com que organiza palavras,
como se cada assunto —
português, números, qualquer coisa —
ganhasse importância
só por passar pela mente dele.
E quando eu viajo,
mesmo sem encará-lo,
o soar da sua voz me encontra.
Ela me prende sem pedir licença,
me faz esquecer o resto da sala,
porque ele transforma o comum
em interessante,
o simples em necessário,
o cotidiano em algo que merece atenção.
Ele fala
sem parecer que tenta.
E sente
como se cada frase tivesse força.
E é aí que mora o encanto:
não no que todos veem,
mas no que poucos percebem.
Ele é bonito, sim.
Mas é mais bonito ainda
quando pensa.
Quando explica.
Quando fala
e faz o mundo parecer
mais curioso do que antes.
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Eu andava de olhos abertos
e ainda assim não via.
Acreditava nas vozes doces,
nos gestos ensaiados,
nos sorrisos que não tremiam.
Era tão claro —
e eu tão cega.
A verdade estava na minha frente,
mas eu preferia o conforto
da ilusão bonita
ao corte frio da lucidez.
Até que um dia
a venda caiu sozinha.
E doeu.
Do jeito que só dói
quando a gente percebe
que confiou demais.
Então pensei:
talvez seja melhor ter máscara,
talvez seja mais seguro fingir,
talvez o mundo respeite mais
quem esconde
do que quem sente.
Mas no fundo eu sei —
máscaras protegem,
mas também sufocam.
E ser verdadeira pode ferir,
mas também liberta.
Agora caminho diferente:
não totalmente ingênua,
não totalmente fechada.
Aprendi que enxergar dói —
mas é melhor do que viver
no escuro confortável
de uma mentira bonita.
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Ela dizia que era fase,
que passava com o tempo,
que aquela menina calada
era só drama, só vento.
Não viu os pedidos mudos
escondidos no olhar,
nem o “tá tudo bem” forçado
que implorava pra escutar.
Sempre quis consertar tudo,
arrumar como arruma a casa,
mas filha não é objeto
que se cola quando racha.
Quando percebeu o silêncio
pesando mais que o normal,
tentou virar colo, abrigo,
tentou ser porto e quintal.
Mas a menina já tinha crescido
sozinha por dentro do quarto,
aprendeu a guardar o mundo
num coração apertado.
Agora a mãe bate na porta
com cuidado, quase medo,
querendo voltar no tempo
pra ouvir o primeiro segredo.
Ela tenta, ela insiste,
jura que quer entender.
Mas às vezes o amor chega
quando a dor já fez morada e aprendeu a sobreviver.
E mesmo tarde,
mesmo torto,
mesmo cheio de falha e culpa,
a mãe ainda estende a mão —
torcendo pra que a filha, um dia,
ainda escolha segurá-la.
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Quando o amor é intenso demais,
eu deixo as palavras vomitarem no papel,
se afogarem na tinta,
soarem sem pedir permissão.
Mas com você é diferente.
Eu olho nos seus olhos
e vejo a imensidão da confusão —
um universo que não sei decifrar
sem me perder inteira.
Vejo seu sorriso
e ele parece um paraíso calmo,
daqueles que enganam,
porque fazem a gente esquecer
o caos que existe por dentro.
Observo suas atitudes
e entendo, em silêncio,
que tudo o que eu escrever sobre você
vai nascer confuso.
Porque, se um dia eu organizar as palavras
do que você é pra mim,
vou ter que encarar o que sinto,
desvendar sentimentos
que ainda prefiro deixar
afogados,
soando baixo,
vivos apenas no papel.
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Me apaixonei por um sorriso antigo,
daqueles que o tempo não apaga.
Um sorriso que mora na lembrança
e ainda sabe meu nome.
Lembro da sua voz
como quem lembra do próprio fôlego.
E, quando penso em você,
o mundo inteiro fecha a boca
como se respeitasse
o que o coração quer dizer.
É estranho…
parece que respiramos o mesmo ar,
mesmo longe,
como se cada silêncio dissesse
“eu te amo”
sem precisar de som.
E no meio disso tudo,
fica essa certeza calma:
não de posse,
mas de encontro.
Como se a vida, em algum momento,
tivesse sussurrado:
vocês servem um para o outro.
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No dia do meu aniversário
a casa está cheia,
risos ecoam pelas paredes,
velas tremem sobre o bolo.
Há vozes me chamando,
abraços me envolvendo,
fotografias sendo tiradas
para provar que estou feliz.
Mas dentro de mim
há uma cadeira vazia
que ninguém vê,
um silêncio que não canta parabéns.
Sorrio porque esperam isso,
agradeço porque é o certo,
mas o coração
parece ter chegado atrasado à festa.
É estranho estar cercado de gente
e ainda assim sentir falta de algo
que não tem nome,
nem rosto,
nem presente embrulhado.
Talvez o vazio
seja só um pedido de cuidado,
ou um lembrete suave
de que nem toda ausência
se resolve com aplausos.
E tudo bem.
Mesmo em meio às luzes,
também é humano
sentir o escuro.
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