Tóxico
Respiro fundo na neblina verduosa das suas palavras insistentes, à beira do precipício. Flutuo minhas frases, dissipando — Tóxico. Manipula minhas ações: o vazio, as emoções. Me sinto perdida; não sei onde estou. Ajoelho-me, recolho-me no escuro beco da minha existência. Uma bengala por outra, uma faísca sem vela. Sou mariposa: me queimo na sua luz artificial. Como posso eu mesma me fazer mal? Um dia choro, no outro anseio. Essas correntes são meus cabelos, amarrados ao amor que eu inventei. Como pode alguém precisar do amor alheio para, enfim, se amar? Vou me inundar nas minhas lágrimas de saudade, me purificar — aprender com cada dor e cada lamento. Não preciso de ninguém além de mim mesma.
Ronaldo Paulino
gostei muito tem uma beleza saí da alma tinha que ser de uma poeta minha amiga quando você ler meu comentário na chat DeepSeek copie o poema e cole no chat pesa uma correção ortográfica não esqueça de pedir sem alterações mantendo a estrutura do poema
Ronaldo Paulino
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Ronaldo Paulino
você vai ver como é legal o chat mostra por camadas o valor do poema
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Muito obrigado pelas dicas ☺️
Ronaldo Paulino
de nada minha amiga