A voz que cala ante a multidão pode ser a mais perigosa, capaz de levar a morte um rei, capaz erguer das cinzas um líder.
Enquanto os brindes e risadas soavam pelos cômodos, a mulher apenas observa, seu silencio a tornava invisível, e somente poucos sabiam quem Dione realmente era.
Filha de um açougueiro, esposa do lorde mais influente do reino, amante de um bastardo, melhor amiga e confidente do mensageiro rei.
Se havia uma voz naquela multidão capaz de gerar o caos, essa voz com certeza era a de Dione.
Mas quem falaria contra seus planos quando suas apostas eram tão altas?
“Que vença o melhor jogador!”
.....
Caros amigos, está é a sinopse do meu livro que está sendo divulgado no whattPed
Vou deixar nos comentários o link do meu perfil para quem se interessar, trata-se da trajetória de uma jovem mulher em busca de sua liberdade em um mundo onde a voz feminina é irrelevante.
Dione busca desde cedo ser respeitada e também acredita na igualdade de classes, ela faz de tudo para alcançar seus sonhos e depois de conseguir um acordo de casamento, a garota percebe que seus sonhos, apesar de conquistados, não são suficientes para uma vida feliz.
Ainda lhe faltava uma coisa, o amor, e a essa altura do campeonato o amor era um risco que Dione não podia correr.
Mas será que, sendo ela tão contra as regras sociais, Dione aceitará seu destino ou lutará mais uma vez para alcançar o que deseja?
Uma história que fala sobre amor, lealdade, maturidade e audácia.
Espero ter instigado a curiosidade de vocês.
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Um sonho de menina,
Sempre quis ser bailarina,
Mas quando chegou o grande dia,
No palco ela não subia!
Não quero mamãe, não quero!
Fazia birra a menininha,
Então sua tia com um berro,
Assustou também outras criancinhas...
Mamãe lhes disse: Calma,
Com seu jeito meigo e doce,
Se não vai ser na palma,
Que acabo com seu doce.
Tal mãe tal filha,
Sabedoria é de família,
No palco a menininha subia,
Com medo da mãe e da tia.
F. S. Malek
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Gostaria de deletar certos comentários,
Que insistem em manchar o que esculpi com tanto trabalho.
Hey dono do app
Me permita um pedido?
Apenas um ajustesinho,
Para que eu me livre desse martírio.
Hey gente do app,
Me ajudem com meu fascínio,
Deletar inconvenientes libertinos,
Que insiste em manchar meus textos vazios.
Oh céus
Que eu alcance meu desejo
Que eu delete o inconveniente
Com a ponta do meu dedo
Oh vida querida
Que o inconveniente não me diga
Que sente muito em outra escrita
Invés de ler minha agonia
E deixar-me sozinha.
....
Grata, e desculpe por faze-los perder tempo com questões irrelevantes, rimadas para amenizar dias estressantes.
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Teus olhos revelam o que este mundo esqueceu,
Compaixão e cuidado que rapidamente me aqueceu,
Um riso simpático e atencioso,
Escolhido para acalmar meu semblante ansioso.
Uma verdadeira luta se inicia,
Uma que comecei a sozinha,
Dar-lhe o que é preciso para guiar-me em minha rotina,
Ou sorrir e mentir para que não saibas minha sina?
Difícil negar-lhe os fatos,
Quando meus atos falam por mim,
Difícil esconder a verdade de quem já viu tanto mas enfim.
Direi apenas o que sinto,
O julgamento deixarei contigo,
Oh ser de inquestionável luz,
Confiarei à ti tudo aquilo que me seduz.
Por F. S. Malek
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Importa-se?
Importa-se se eu me calar?
Importa-se se eu deixar de sonhar?
Se em você eu deixar de acreditar?
Sim! Em você.
Nobre e corajoso ser
Que dedica seu tempo para ler
Versos que escrevo sem saber
Como tua face deve ser
Calando-me deixo a você um presente
A chance que sempre esteve ausente
Dizer-me o que pensas sem ser prudente
Tornando-me alvo do que passa em tua mente
Deixando de sonhar
Torno frio e sem vida
Todo aquele que em mim habita
De maneira tão peculiar
Mas se em você eu não acreditar?
Se ninguém acreditar?
Seria você capaz de se amar?
De a si mesmo se dedicar?
Veja...
Mesmo sozinhas no céu
Cada estrela tem seu mel
Cadentes que se derramam em seu véu
Não morrem sem antes cumprirem seu papel
Importa-se?
Importa-se se nesse momento eu me retirar?
Para em sua mente essa dúvida deixar
E no mar eu voltar a navegar?
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Logo cedo ele inventa
Misturas para sua receita
Precisa da poção perfeita
Para dar sentido a palavra imperfeita
Misturas, fervuras, luzes de misteriosa ternura
Duas doses de pó de figo e raiz de mandrágora
Num movimento em falso vê as escamas de salamandra
Saltando em direção ao caldeirão
Fazendo-o perder a mão
Está mais difícil do que pensava
O velho cada vez mais se enrolava
Cada vez que tentava
Algo de seu caminho o tirava.
Talvez fossem as horas de sono mal dormidas
O ranger da velha cabana de madeira
Ou talvez a lembrança dos amores que nunca tivera
O fato era que estava frustado pelas missões mal sucedidas
Sua jornada ao amor havia dedicado
Buscar a resposta que poucos haviam encontrado
Uma formula para o amor verdadeiro que venderia num tanto engarrafado
Uma que fizesse homens e mulheres poderem amar sem medo de serem deixados
Tantos amores perdidos
E com o coração amargurado
Teria sido então fadado
A viver sempre isolado
Perdera Azura, e toda sua doçura
Rowena de paz serena
Fora os amores intocados
Por todo sempre enclausurados
Pelo sábio nunca revelados
A poção que tanto queria
Mantinha sua esperança viva
De encontrar sua amada um dia
E compreender o real sentido que a amor escondia
*Por Will e Flavia Malek*
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Corre por todos os lados,
Um anjo perdido em seus cacos,
-Culpem a dor, culpem o amor,
Culpem a miséria a fome e o rancor!
Jurou sua duvida ante minha face,
Antes mesmo que eu lhe abraçasse,
Antes que meu corpo esfriasse,
E o verdadeiro juiz me condenasse.
O anjo do caos bebe seu veneno,
Não confia na morte nem mesmo um segredo,
Meu amor é anjo mas teve medo,
É sempre anjo mas também ingenuo.
Quem o salvará de si,
Agora que estais a ruir?
Quem clamará por ti,
Quando teu rastro diminuir?
Ah doce anjo do amor,
Deixaste-se levar pelo ardor,
Colhendo exatamente o que plantou,
O caos, a desconfiança e o rancor...
Ah doce anjo na dor,
Antes tivesse colhido minha flor,
Um abraço simples e apertado ,
Recheado de muito amor...
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Uma dose, só uma dose
Uma dose de tequila
Digam ao meu amor
Que a virtude se afogou.
De tão imperfeita
Tornou-se rabugenta
É a voz que grita
É a paz que não chega
E grita a carne grita
Traga a morte, estou aflita
E minha a alma se agita, súplica,
"Ha de sobreviver, resista."
Meus dedos calejados de poeta
Que cansados de escrever
Adiam o tempo de um julgamento
Que ainda ei de merecer
Por usar as palavras a meu bel prazer
Por inventa-las sem medo de morrer
Em textos sujos que ditam meu viver
Realidades que nunca ei de conhecer.
Protesto! Não escreverei este final.
Contarei ao mundo que o venci,
E pra quem acreditar em si,
Desejo uma vida excepcional.
Que banal, devo protestar de novo...
Meu eu já se perdeu em tantas lacunas
Misturando-se no meio do povo
Subjugando-me em formas profanas.
E assim redijo meu final
Aqui jaz um poeta amador
Que sua vida a mentira entregou
E a todo seu tempo disperdisou.
F. S. MALEK
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Tem um pássaro na minha janela,
Que as vezes me vê chorando,
Outras me vê dá prunela,
Mas nunca me viu cantando.
Penso que por mim ele zela,
Sempre que estou chorando,
Enquanto outros não me dão trela,
Sinto seus olhos me consolando.
E se eu for para ti um canto?
Uma doce canção de ninar,
Encolhida nas dobras de um manto,
Uma distração que não seja assoviar?
Ora pois então, cobrarei de ti meu show!
Cobrarei até que tu não possa pagar,
Nesse instante a dúvida me deixou,
Pode assistir amigo, não precisa bater tuas asas e voar.
A verdade é que só tenho a ti,
E quando não estás aqui,
Choro sozinho sem parar,
Ansioso por te ver chegar.
Por Flavia Malek e Mike
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Fala-se tanto sobre amizade e seu brilho mas
muito pouco sobre seu cultivo,
Fala-se tanto sobre como é amar mas muito
pouco sobre o nos mantém unidos,
Esqueceram-se, na verdade, de dizer que o
tempo é base de ambos,
O tempo que dedicamos ouvindo, aprendendo
e ensinando,
O tempo que passamos rindo,
conversando ou até mesmo chorando.
F. S. MALEK
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