O Idealista
Rasgou o ventre e assim achou A fresca vida que sentir devia Tomou dos sonhos que a si nutria E andou... andou....andou.... E tantos heróis ele idolatrou Viu a mão de Teseu demolir Minotauro Viu a nobre Atalanta destruir o Centauro Mais quando Hamlet se apavorou (...) De repente a seda idealista que o cobria Tornou-se áspera, imunda e tão fria Que seu lamento foi então profundo Hoje, entre um e outro escarro Ele acende na boca um novo cigarro E nao se reconhece neste mundo Leandro Machado
Alma Soliti
Perdido em meio a estranheza desse novo mundo, aonde estanos mesmo ?! Excelente composição reflexiva Krauser, sem ressalvas !
Leandro
Muito Obrigado Alma.