O Evangelho de Lázaro
Vai pobre Lázaro, segue tua sina Segue trovando o teu desespero É teu este verso é teu este enterro E a noite longa e cruel te abomina Espalha o envagelho da tua ruína O que não te mata te torna mas forte Até que a sombra te vista na morte Que o peito cansado lhe torna inquilina Vai e esta sina ingrata acomete O fantasma que um dia assombrou Hamlet Vive agora a espreita de si... Podem os versos da lira esquecerem E Todos os poetas malditos morrerem Mas eu, não esquecerei de ti! Leandro Machado
Sheila Tinfel
Simplesmente amei!
Leandro
Grato Sheila.
Humberto
Parabéns 👏👏👏👏 Ficou excelente Abraço ☘️
Leandro
Grato. Abraços.