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Kamalesh D'

@KamaleshD · desde 2022

"Who can be it now" desculpa pelos poemas grandes  (╥﹏╥) 

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Efêmero

Amendoeira

Eu costumava a ser tímida aurora... Agora radioativa, Tudo que toco Ao pó retorna. Parecia essa pedra Verde a luz que tanto esperei Perpetua brilho do vazio, mais uma vez me enganei O que resta são antigos resquícios dourados Corro superfície, coração desacompanhado. A Verde esmeralda reluzia Os anjos de arpas e corões a trazia Todos queriam, desejavam tocá-la E por um segundo Encantariam cruel mundo. Ao alto da cabeceira Acima das brincadeiras Guardei minha esperança, Mas os homens de amarelo Sempre tão cruéis Trouxeram quartéis e coronéis Disseram para se esconder césio é mal, Mas já não podia viver sem sua maldade, Isso foi quando eu ainda era tímida aurora. Sua radiação já estava presa a respiração, Todos os pais tios bonecas Todos os pais tios bonecas se perderam no 137 Queria fugir de princesa na abobora charrete, Mas os homens de amarelo Sempre tão cruéis Iriam atrás de mim até ao céus. A única que afagar pequena dor pode Ao corvo balsama-me a morte Ela tocou-me. Parecia essa pedra verde a luz que tanto esperei Perpetua brilho do vazio, mais uma vez me enganei O que resta são antigos resquícios dourados Longe superfície, adormeço caixão chumbado. Ainda sonho há um milhão de tempo De olhos impossíveis de veem paraíso. Minha veste esvaecerá A dez pês do chão estará Minha alma linda árvore desabrocha, Claro Verde novamente irei buscar Os tortos galhos crescem As flores aos poucos caem Ela a Joia mais rara de meu jardim Do pó a mim, A beleza morta, Mas isso foi bem antes Quando havia aurora. 29/09/23

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Viva! Viver è uma trágedia

Um ser nascera Mal sabia ele, também morrera   A borboleta voava Seu primeiro dia iniciava Ela subia até onde cabia Queria conhecer o céu Por isso pela sua ilusão vestiu seu véu   Em momentos voou com pássaros Em momentos conheceu gostos Tudo era novo até o dia se prolongar Pois o motivo de sua existência começava a vagar   Á tarde já não havia mais juventude Não havia novidade O lago era mais uma rotina Em que tudo se instaurou em sua vida   Estranhamente ficara solitária Não sabia criar sentimento Voava com a companhia do incerto Quase igual um homem   A noite, o crepúsculo a perseguia Já não qualquer coisa fazia Devagar se locomove Lembranças eram esquecidas Sem amor   Olhara para lua Seus olhos a perseguiam para onde fosse A chuva caia Seus olhos a condenam para enfim morresse   Ao final viver ou não viver não trouxe nada para esse mundo Sua vida não trouxe legado nem memorias Se sua inóspita morte Fosse de seu conhecimento Algo seria feito? Algo diferente? Talvez não Pois no fim sempre esperamos que o espetáculo seja uma comédia Mas no fim estamos destinados a uma eterna tragédia   31/03 Kamalesh D’

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A verdade escondida nas estrelas

O triste navegador solitário Ao acordar sempre me vem dúvidas Meias brancas ou pretas? O Invasor do espaço persiste Existe vida fora de meu planeta? 1... 2... 3... 4... 5... 6... 7... 8... 9... 10 Brummmmmmmmmmm Cambio, Cadete! Não haverá mais volta No espaço, lançado o foguete Não haverá mais chão para morrer Existe vida para se viver? Dentro do vazio Na longa busca Na crua realidade Disperso em minha doce ilusão Existe posse para minha razão? O universo sempre se expande Todos entram nesse seu abraço Diferente, sempre estou fora de seu conforto Perdido na imensidão Existe cura para a solidão? No meu último sonho Eu havia visto o cosmo Na minha última esperança Eu havia visto beleza Existe lugar para minha incerteza? Ele ouve a garota gritar pedindo ajuda No espaço não a quem possa ser salvo Não escuto o chamado da mãe No espaço não a nada que nos estenda o braço Porque tudo é tão distante Existe uma sensação constante? A milhares de quilômetros Visito galáxias, estrelas, planetas Procurei nas rochas grandes e geladas Procurei nas rochas pequenas e quentes Procurei nas criaturas mais maravilhosas Ainda assim nenhuma descoberta Perfaça a dúvida mais cruel Preencha o coração que falta Em mim Existe algo que irá tomá-lo para si? Uma roda gira de volta Olho para trás Tu vedes o passado O dos mais atrasado Olho para a esfera verde-azul Tu vedes em sua profundeza O fluir amor vermelho emanado Olhar para seu coração batido Eu tentei, tentei em minha mente Fórmulas e mais fórmulas resolver Conceitos que meus olhos não poderiam ver Existe a verdade, a qual tento dizer? Todos, todos, todos dias .................................... Vrummmmmm 10... 9... 8... 7... 6... 5... 4... 3... 2... 1... O triste navegador conhecido Ao despertar sempre me vem a mesma dúvida Com minha meia branca e preta Um perdido no espaço Existe vida em meu próprio planeta? Ao final andei pelas mais distantes estrelas Só para te ter, como sempre tive. 29/03 Kamalesh D’

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Arte

Entre a luz e a escuridão

As cortinas de meu concerto se abrem Somente o nome do mais amado Ao acordar sempre estou neste dilema Mas a quem eu amo Louvo uma coisa escondida de minha visão Revela-se uma incerta logica Ainda assim continuarei Somente o nome do mais amado Somente o nome do mais amado È meio sem sal Chato Para ser mais exato Somente... Não é ruim, a sonoridade Porém Há uma falta de proximidade Minha Somente o nomo do mais Sinto-me uma mariposa Voando com abelhas nesse lugar Todos veem eu, um estranho Somente o nome O meu inexistente valor Se torna o meu maior temor Somente Meu ser se encontra na perpetua dança A todo momento me vou Em momentos voou para a mais alta das estrelas Em momentos estou o mais baixo da terra fervente Entre o céu e o inferno  No segundo Único em mim Somente o nome do mais amado Minha crivada decepção Foge de minha percepção Vejo o sol tão bonito hoje Somente o nome Sou um homem sem amor Nascido para morrer Somente o nome do mais amado Os olhos deles me perseguem O julgamento Dentro de eu Somente o nome Somente o nome do mais Somente o nome do mais amado Se minha se vida se esgota O que me sobra? Somente o nome do mais amado Somente o nome do mais amado Somente o nome Nas ruinas de meu coração, conviduo para entrar Somente o nome do mais amado Sua presença me toma para si Tão somente Se o mundo desmoronar Somente Se não fui suficiente Somente Se não sou Somente Se não serei Somente o nome A razão de minha fragil existência Somente o nome do mais amado Somente o nome do mais amado Me dispo de minhas vaidosas ilusões Eu lhe saudo Eu lhe saudo Tu es a beleza do infinito O que é a escuridão? Diante de tamanha imensidão Do brilho sem lembranças Apaga-se as incertezas Só me resta, o amar Somente o nome do mais amado Somente o nome do mais amado Cada célula do meu corpo Cada fio de cabelo Cada grão de areia E gota de meu desejo Reçoam o mesmo som O violino dó menor E o piano Rè mi fa só Somente o nome do mais amado Somente o nome do mais amado Somente o nome do mais amado 17/02 Kamalesh D'

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Juventude

No meu mais vivido sonho Me vejo como um pássaro Estou de pé em frente a saída A gaiola que tanto me segurou, agora me expulsas O que posso ser a partir daqui Me sinto um miserável sem saber o que fazer As duvidas que tenho em meu coração se enchem de ternor O que deveria ser? Sou um pássaro sempre fui ensinado que na hora certa teria que voar Lembro-me criança pequenino Ah me imaginar como mim seria agora Ao lado dos outros adultos alcaçando o céu Agora só me vejo caindo ao chão A chama que me faz andar È a mesma que me faz queimar Estou com medo de ir Porém ainda assim vou Saio de minha gaiola que me prendia E me segurava Com muito custo voou empinado E batendo minhas asas Possa ser que algum dia eu conheça o doce do céu azul Ou aridez da terra em lugar algum Porém aos meus olhos ao fundo da negritude do horizonte Existia um tom de verde em sua pintura remamescente. Kamalesh D' 05/12/22

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Um idiota sem nome

Algo que me faltas Otário que me chamas Vivo pensando Sobre esse nome que me deste. Nada sentido fazia Um idiota sem nenhum motivo Uma vida vazia Era eu, um cavaleiro A majestade de meu reino Sem nenhuma donzela para salvar Ou alegria Para me garimpar Um major Sem armas Ou espadas Destituido de suas internas batalhas Aquilo que de havia mais profundo Foi no encontro de estrelas A lua se sobrepos ao sol Por meio das letras Com palavras começo a te formar Te construo dentro de meus olhos Fechados e amibiguos Essa que seria a coisa mais bela de se admirar Tão graciosa e meiga Que até um cego voltaria a enxergar Percebo que poderia segui-la Enceno-me dançando com ela Imagino alar-se pelas estações Ver o azul do céu Refletido pelo seu lindo véu Mas Sempre que me aproximava Ela distanciava O que um tolo poderia fazer? Continuei seguindo Aquela reminiscênte luz Sempre que caia Me levantava Havia convicção Naquilo que sentia. No fim Ela despiu-se De mim. O que significou? Tudo que passou As esperanças que tive As lembranças que teria Um tempo que perdera E de nada valera Um idiota eu sei. Qual a realidade? O meu mundo Talvez de todo resto O atrito entre os dois Ainda assim Olho para a rua vejo as pessoas egoistas Presas em si Com medo de amar Acreditar em algo E se magoar Digo que me foste corajoso Seguindo o que minha alma sente Mesmo com medo de cair Para enfim um dia poder emergir E encontrar aquilo que faça minha existencia sege instigante Por isso continuarei tentando E me apaixonando Idiotamente Naquela hora percebi que mesmo vazio Meu coração estava preenchido Kamalesh D' 31/08/2022

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Amor

Sim me tornei um poeta antiquado e apaixonado

Lá lá Lalá Olá gata Queria já ter dito Ah muito tempo atrás Mas a vida é insistente em nos distanciar Lá lá Lalá Talvez seja por mim Ou por você Agora você me pergunta Porque estamos aqui fazendo essa dança Sem sentido Sem nenhuma Coesão Ou harmonização E lá lá Lalá Ah verdade Que sempre sentir Talvez não seja especificamente com você Mas eu queria poder dançar Contigo Uma única vez Só para ver o que vai dar Vamos fingir que sou seu príncipe e você minha donzela Lá lá Lalá Onde possamos nos perder e reencontrar Um ao outro É esquisito pensarmos num ponto Em que nós ficamos juntos Por isso vou agora apenas dançar e cantar Como se não houvesse O final entre nós Ou o começo por si só La lá La lá Lalálalálalá E la lá A noite inteira Até a donzela se queixar E a escuridão que me tem me distrai

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Amor

Diamante negro

A rota do meu navio se perdeu na tempestade Que me tem Dentro de si Eu tentei Eu tentei Entender as coisas que vem do coração Como mar em sua total devastação Parecia tão natural Mas não era verdade Eu pensei que se pudesse Poderia replicar Mas quem o coração pode explicar Tão amedrontador Eu tentei Tentei de tantas formas esquecer E Pensei Eu pensei Que entender o amor fosse fácil Porém é tão difícil Sentir E seguir O Coração Por isso sempre que acordo Penso é hoje que ouvira minha voz Porém não se pode ouvi-la Estou no mar Sem bussola Ou direção Tentando achar o meu caminho para índia Só encontro os luminosos ouros Mas o diamante de seus olhos Só consigo vê-los quando fecho os meus Por isso como capitão de meu navio navegarei para meu destino Vagar a procura de um mito A paixão verdadeira Que busco Sem saber porque da brisa levar minha vela para aquela direção Ela é tão devastadora Sempre para o mesmo o lugar Mesmo que eu quisesse te amar Nunca foi real Sou apenas um navegador perdido com seu barco Mesmo que o ouro apareça Eu quero o diamante Que em partes não consegue ver seu brilho proprio Mesmo que ele esteje perto Eu quero o mais distante Mesmo que aquele pareça o mais brilhante Eu quero aquele que faz me sentir grande E pequeno Mesmo que seja aquele que todos querem Eu quero aquele que faz minha barriga se tornar mil e umas borboletas a voar pelo céu a noite É estranho Ou idiota eu sei Buscar coisas irreais Ou que podem ser inexistentes Em vez de ser feliz com o que está ao seu alcance Não me importo Sou um capitão teimoso Ainda que tenha que enfrentar o mar temeroso Eu quero Aquele que quando fecho meus olhos Me imagino com ele O diamante negro Tão gélido que o campo magnético fez mudar a minha rota Para segui-lo Kamalesh D’ 11/08/22

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Ternura

O motivo de eu viver poesia

O porque de poesias eu escrever Em vez de estar dançando bambolê Se dá por todas manhãs eu querer amanhecer Está vidrado em um pensamento da solução Ou por pura inquietação De minha distante alma Não escrevo para me trazer dinheiro ou fama Nem para conquistar uma dama O objetivo que tenho È fazer com que minhas singelas palavras Possam navegar pelas profundas águas de seu coração Resgatando a pureza que há, fora da sua percepção Para trazer a ordem Sem esquecer da desordem Diseminar as coisas mais belas e estranhas de ser possivel serem lidas Um abraço materno Misturado por um conselho fraterno Onde a dor se torne aparente E o amor se torne imponente Possa prender o olhar daquele que já não pode enxergar Aquilo que o mundo ainda pode lhe dar Mas Não pense nem por um momento esse seja um sonho altruísta não Pois quando salvo seu coração È uma forma egoista de tentar salvar o meu próprio Kamalesh D’ 08/08/2022   “Dias melhores virão, quando amor virar união.”

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Amor

Platonica, Aonde o amor pode estar?

Em um lugar que eu não possa tocar Estou decepcionado Com o amor Mas pensando agora   O que eu queria que o amor fosse? Não sei dizer ao certo Talvez algo bonito de se sentir Uma energia de transmitir Uma luz infinita que faria até o mais profundo gelo do meu coração se derreter em mil e uma goticulas do mar A navegar pelo cêu da manhã Ele é  azul apenas, em sua mais bela forma Sem as nuvens para incomodar Imagino-me nadar pelo seu azulado sem defeitos como se fosse vasto O calor refrescante Da brisa que só o amor poderia me passar Era inimaginavel Agora, que não ocorreu Não sei se o encontrarei Deito-me para ver o noturno cêu Não ah estrelas Todavia observo sua escuridão A procurar uma razão Ou falta dela Escuto jazz por meio dos acordes do saxophone Vejo ela A lua Acho que ela está diferente das outras vezes Ou talvez sege minha falta de sensatez Não havia reparado nela antes Como muitas outras pessoas fazem a ignorava O seu brilho é um reflexo da luz Então não te seduz A principio Entretanto é necessário de atenção para aprecia-la Ver a sutileza de sentir o seu conforto no seu tom acinzentado Imagino-me dançando com ela pelas desaparecidas estrelas Passando por planetas Nossa primeira orbita na terra Indivisivel barreira Que iriamos atravessar Até o dia em que o sol com ciumes nos consumiria Mas Nesse momento de agora apenas quero observar O calor sutil dela Que não derreteu meu coração Só o fez um pouco mais feliz E fez com que ele transportasse o meu sangue por pelo menos mais uma vez Como se fosse unico no mundo È isto que o amor pode ser Algo inimaginavelmente concreto Bem a minha frente     Kamalesh D’ 10/06/2021

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