Kamalesh D' @KamaleshD
Amor

Platonica, Aonde o amor pode estar?

Em um lugar que eu não possa tocar Estou decepcionado Com o amor Mas pensando agora   O que eu queria que o amor fosse? Não sei dizer ao certo Talvez algo bonito de se sentir Uma energia de transmitir Uma luz infinita que faria até o mais profundo gelo do meu coração se derreter em mil e uma goticulas do mar A navegar pelo cêu da manhã Ele é  azul apenas, em sua mais bela forma Sem as nuvens para incomodar Imagino-me nadar pelo seu azulado sem defeitos como se fosse vasto O calor refrescante Da brisa que só o amor poderia me passar Era inimaginavel Agora, que não ocorreu Não sei se o encontrarei Deito-me para ver o noturno cêu Não ah estrelas Todavia observo sua escuridão A procurar uma razão Ou falta dela Escuto jazz por meio dos acordes do saxophone Vejo ela A lua Acho que ela está diferente das outras vezes Ou talvez sege minha falta de sensatez Não havia reparado nela antes Como muitas outras pessoas fazem a ignorava O seu brilho é um reflexo da luz Então não te seduz A principio Entretanto é necessário de atenção para aprecia-la Ver a sutileza de sentir o seu conforto no seu tom acinzentado Imagino-me dançando com ela pelas desaparecidas estrelas Passando por planetas Nossa primeira orbita na terra Indivisivel barreira Que iriamos atravessar Até o dia em que o sol com ciumes nos consumiria Mas Nesse momento de agora apenas quero observar O calor sutil dela Que não derreteu meu coração Só o fez um pouco mais feliz E fez com que ele transportasse o meu sangue por pelo menos mais uma vez Como se fosse unico no mundo È isto que o amor pode ser Algo inimaginavelmente concreto Bem a minha frente     Kamalesh D’ 10/06/2021

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