Na Noite
Na noite surge a premissa De um mundo sem vida De uma mentira transmitida E jamais vista De um fruto proibido Concebido de sua própria libido De seus pensamentos alucinógenos De seus lábios pecaminosos e pegajosos Cabe a cada qual seu charme preencher Cada mentira velada para seu par fazer Cada vertente serve para encher Seu ego camuflado de prazer E fazer toda primitiva vida se tremer No âmago dos seus pesadelos Cada alma se faz perpendicular a seus desejos Nessa trilha tão sombria e dividida Nada se faz despercebida Cada traje nesse castelo de cartas É venerado pelo caos e fúria do magma crescente E sempre o fio da navalha amarga É sempre a dor e o medo que podemos ver em frente As criaturas aqui presentes não se envergonham Apenas demonstram sua força com o ranger dos dentes Forjas e facões estão sempre presentes Nas suas missões estridentes O sol escaldante e efervescente E a cada minuto pele e epiderme se desmancham É sempre duro de se acreditar Até onde a humanidade foi capaz de chegar
MM
UAL. Alucinado. Adorei